Palmeiras e a obsessão por passar vergonha

Ontem, o Palmeiras anunciou, em suas redes sociais, a contratação do goleiro Carlos Miguel, ex-Corinthians.

No vídeo de apresentação, o jogador exaltou o fictício título mundial do clube — o mesmo que havia ironizado quando defendia o Timão.

O episódio expõe um constrangimento típico da obsessão.

Não do atleta, que apenas cumpriu ordens do novo empregador, mas da própria agremiação, que, sendo gigante, não precisaria alimentar, a todo instante, motivos para virar alvo de chacotas dos rivais.

O torcedor do Corinthians, por exemplo, em vez de raiva do rival e de seu ex-goleiro, sentiu pena, sem, porém, economizar nas gargalhadas.

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