Mercado de votos está aberto no Parque São Jorge

A proximidade da reunião do Conselho Deliberativo que deverá votar, enfim, as contas de 2019 e 2020 da gestão Andres Sanches, iniciou volume grande de abordagens de subalternos da cartolagem do Corinthians a conselheiros.

O discurso é o mesmo: ‘deixar alguns problemas para trás e pensar no futuro do clube, que seria prejudicado em caso de reprovação’.

Não é verdade.

Aliás, pelo contrário; em omitindo-se no caso de necessária reprovação dos números, o Conselho tornar-se-á solidário com possíveis equívocos ou falcatruas, prejudicando o Corinthians no PROFUT.

Individualmente, cada conselheiro poderia, em tese, ser responsabilizado se apurada a culpa do clube em desvios de conduta.

Aliás, a APFUT, órgão que administra o PROFUT, intimou o presidente do Timão a explicar as razões de tantos descumprimentos às normas, entre os quais os adiamentos de avaliações de contas.

Se a resposta não for satisfatória, o clube será punido e todos os parcelamentos – de calotes em impostos – serão cobrados à vista, cancelados os descontos.

Dentre os que trabalham para reverter votos, antes, anunciados como contrários, estão desde notórios gangsters da agremiação, passando por opositores que mudaram de opinião, até gente que pertenceu à Democracia Corinthiana, para tristeza da história alvinegra.

As ‘ofertas’ são diversas.

Desde cargos e empregos até ajuda financeira em determinados negócios.

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