Corinthians: relembrar para não cometer o mesmo erro

Ontem, circulou nas mídias sociais um material que listava, dentre diversas, cinquenta falcatruas cometidas por Augusto Melo em seu triste ano e meio à frente do Corinthians.
Confira:
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Trata-se das consequências da irresponsabilidade dos que ajudaram a colocá-lo no poder.
Augusto não é um cartola que surpreendeu a todos ao se confirmar como bandido – definição do MP-SP.
Muito pelo contrário.
Desde sempre se sabia com quem estávamos lidando.
É isso que está em jogo no próximo dia 09.
O Corinthians não pode cometer o mesmo erro: o de alçar à direção do clube — ainda que nenhum dos cinquenta itens expostos tivesse ocorrido — um grupo de marginais como aquele que denunciamos muito antes do fatídico dia das eleições.
Gente que seria indigna até de pisar numa cadeia, tamanha a repulsividade de seus comportamentos pretéritos.
Para refrescar a memória — dos poucos que foram enganados e dos muitos que agiram em conivência — e para que não repitam o atentado cometido contra o Corinthians, republicaremos a melhor definição de Augusto Melo, muitas vezes dita pela boca do próprio, num festival de imundície e ligações criminosas que, de tão graves, serviram de alicerce para a contextualização do processo que tornou réus boa parte dos protagonistas.
Nos bastidores do Corinthians, apesar de não ignorados, os vídeos — verdadeiros avisos do que estava por vir — foram relativizados como “coisa do passado”.
Assistir a “Augusto Melo, Jogadores e os Crimes que o Cercam – Partes 1 e 2”, principalmente após as citações do material no amplo relatório da investigação policial, é necessário para que o clube nunca mais feche os olhos diante de tamanha barbárie.
Dia 09 é a data da redenção.
Para alguns, a oportunidade de pagar os pecados cometidos ao apoiar, por egoísmo político, marginais tão desprezíveis.
