Onde está a diferença de público da partida do Corinthians?

Ontem, 34 mil torcedores estiveram no estádio de Itaquera para assistir a mais um desempenho ruim do Corinthians, comandado por um treinador do sistema e pelo jogador de R$ 6 milhões mensais.

Normalmente, a mediocridade da equipe não influencia na compra de ingressos para jogos do Timão.

A média é de 44 mil — mesmo em tempos piores.

Onde foi parar a diferença?

Elementar.

Parte dela é sintoma da implementação da biometria facial — obrigatória por lei, sem culpa do clube —, que gerou inéditas cadeiras vazias no setor das “organizadas”.

Há quem diga que isso ocorreu pela possibilidade de identificação de possíveis foragidos da Justiça e também pela dificuldade em operar os ingressos adquiridos — ou doados — no mercado de cambismo.

Outro fator é evidente: muita gente preferiu ficar em casa para assistir à final da Copa do Mundo de Clubes, disputada entre PSG e Chelsea, que terminaria às 18h — como de fato ocorreu —, mas com possibilidade de se estender até depois das 19h, o que impediria os torcedores de chegarem a tempo de apoiar o Timão contra o Bragantino.

Além disso, o jogo foi transmitida em TV aberta.

A partir do próximo compromisso na Arena será possível uma avaliação mais precisa.

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