Caso Renato Gaúcho comprova que ninguém é bolsonarista por acaso

Péssimo exemplo enquanto jogador de futebol, Renato Gaúcho parece ter piorado com o tempo, trazendo para a profissão de treinador pífia evolução de maturidade, além de frustrações e exemplos claros de má formação – intelectual e moral.
Tempos atrás, disse que não precisaria estudar para se manter na profissão.
A ausência de qualificação é notória quando observa-se a limitação tática de suas equipes, jogadores que foram por ele treinados dizendo que Renato ‘é só resenha’, e que não gosta de aplicar treinos, mas também quando precisa se pronunciar publicamente.
Gaúcho é apoiador de Jair Bolsonaro.
Ninguém é bolsonarista por acaso.
O negacionismo à educação, constatada na ausência notória de seus efeitos, resultaram nas ameaças a jornalistas proferidas em recente entrevista coletiva:
“Se continuarem mentindo, vou dar nome aos bois. Vou atacar também. Vou chamar de mentiroso e alguns de covardes, que estão se aproveitando da situação do Grêmio.”
“Vocês também têm família, também têm filhos no colégio e também andam por aí. O torcedor conhece alguns de vocês. Querem que a gente passe por dificuldades? Alguns de vocês vão começar a passar também.”
Renato deveria ter recebido voz de prisão no ato.
A diretoria do Grêmio tem que vir a público e dizer qual atitude será tomada à respeito.
Há margem para demissão por justa causa.
O Grêmio não pode se juntar em endosso ao provável cometimento de crime tão covarde.

Paulinho…O tratamento dado ao teu nome, com o diminutivo adequado, revela uma certa inveja, do hoje treinador Renato Gaúcho…Ouvi certa feita de meu pai, uma frase que contempla teus anseios. Ao subir na vida perceberás que os degraus tentam fugir de teus pés, porém, não serão os degraus que tomarão tal atitude, são pessoas invejosas que ficarão doentes com a ascensão alheia… Em suma, tua vida encarna esta sentença:”Eu sei o problema que estás passando, pois também sou feio e sem dinheiro ” Tchau! Paulinho…