Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”
Confúcio: nascido entre 552 a.C. e 489 a.C. foi um pensador e filósofo chinês
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Com caixa abastecido e previsão das futuras entradas

É obrigação do presidente José de Assis Aragão de acordo com que pregou na campanha eleitoral, contratar empresa escritório de auditoria para avaliar dados
Exemplo
Notas fiscais, checando a veracidade no devido endereço, mínimos detalhes ocorridos no campo financeiro, patrimônio e outros, desde as diretorias presidida por Dárcio Pereira, Arthur Alves Junior, Aurélio Santana Martins.
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21ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2024 – Sábado 03/08
Vasco 2 x 2 Red Bull Bragantino
Árbitro: Gustavo Bauermann (SC)
VAR
Emerson Ferreira (MG)
Quesito Técnico
No 19º minuto da etapa inicial árbitro corroborou com o acerto do assistente 02: Henrique Neu Ribeiro (SC) que sinalizou a posição de impedimento do vascaíno Payet no momento voltou, dominou e passou a redonda pro consorte Adson mandar pro fundo da rede.
Quesito Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para Vascaínos e 01 para Bragantino
São Paulo 1 x 0 Flamengo
Árbitro: Rafael Klein (FIFA-RS)
VAR
Gilberto Castro (PE)
Item Técnico
Desempenho normal dos aplicadores das leis do jogo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores Tricolores, incluso: indisciplinado técnico Zubeldía e 03 para Rubro-Negros
Domingo 04/08 – Corinthians 1 x 1 Juventude
Árbitro: Lucas Torezin (PR)
VAR
Rodrigo Nunes de Sá (RJ
Item Técnico
O gol da equipe da cidade de Caxias do Sul (RS) demorou cinco minutos para ser confirmado por atrapalhada do VAR que: confirmou, depois disse irregular, na sequência, tornou a confirmar
Observação
No momento que Jean Carlos cruzou a redonda foi dominada pelo consorte Alan Russel mandar pro fundo da rede tendo somente o goleiro corintiano na sua frente; portanto: posição de impedimento.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 equipe da casa e 07 visitadora
Vermelho: 02 para visitadores; Explico:
1º – Arbitro agiu corretamente por ter marcado a falta e expulsado o goleiro Gabriel no instante que saiu da área grande, deu um rapa na perna do corintiano Giovane impedindo de seguir com total possibilidade de mandar a redonda pro fundo da rede.
2º – O mesmo em relação ao segundo amarelo, seguido do vermelho dirigido para Alan Ruschel
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Copa do Brasil – Oitavas de Final – Terça Feira 06/08
Vasco 1 x 0 Atletico-GO
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC).
VAR
Rafael Traci (PR)
Item Técnico
Equipe de árbitros não interveio no resultado deste joguinho que, pra ser ruim, teria de ter melhorado e muito.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para mandantes 02 para visitantes
Vermelho: Para Pedro Rangel goleiro atleticano
Quarta Feira 07/08 – Bahia 1 x 0 Botafogo-RJ
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS)
VAR
Daniel Nobre Bins (RS)
Item Técnico
No primeiro minuto da prorrogação de quatro, simultaneamente, subiram para cabecear a redonda: Santiago Arias e botafoguense Gregore; em cima do fato, de pronto árbitro apontou falta do defensor do Bahia;
Contudo
Se fez de cego no claro revide do efetuado pelo botafoguense, atingindo o rosto do oponente com o costado da mão esquerda, fato que obrigou a intervenção do
VAR
Solicitando que revisse o lance no monitor; assim o fez, voltou, tirou o cartão vermelho do bolso expulsando Gregore.
Item Disciplinar
Cartão amarelo: 03 para mandantes e -03 para visitantes
Vermelho: Para Gregore, conforme acima discorrido.
Grêmio 0 x 0 Corinthians nos noventa minutos. Decisão por penalidade máxima
Grêmio 1 x 3 Corinthians, com direito para disputar Quartas de Final
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)
VAR
Igor Junio Benevenuto de Oliveira (FIFA-MG)
Item Técnico
Das partidas que vi, arbitrada por Bruno Arleu de Araujo, notei que tem o hábito de dar explicações aos litigantes e, algumas vezes usa a tática do vaselina fingindo nada ter visto, como o fez covardemente por não ter advertido com o segundo amarelo, seguido do vermelho o gremista Diego Costa, quando praticou grave falta no Hugo goleiro corintiano que tinha a bola dominada.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para mandante e 04 a visitante
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Coluna em Vídeo
A versão em vídeo da Coluna retornará após as Olimpíadas 2024
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Política
Histórias de garra e superação explodem em copas e olimpíadas, mas o fundamental é educação
Exemplos de garra depois vão se perdendo com o vento e a rotina de um País que convive com uma das maiores desigualdades do mundo

Rebeca Andrade é uma síntese da maioria dos brasileiros: pobre, negra, de periferia e de uma família em que uma mãe solo, empregada doméstica, cuidou obstinadamente dos sete filhos. Enquanto Rebeca fazia um solo incrível, vencia e recebia a medalha de ouro em Paris, sob o Hino Nacional e a reverência emocionante das americanas Simone Biles, prata, e Jordan Chiles, bronze, me vinha uma pergunta: há pouquíssimas Rebecas por aí, mas quantos e quantas no Brasil, cheios de talentos nas mais diferentes áreas, não só nos esportes, têm o estímulo e a “sorte” da nossa maior campeã olímpica da história?
Segundo os estudiosos, 90% das conexões cerebrais e do desenvolvimento cognitivo, social, físico e emocional ocorrem até os seis anos de idade e Rebeca reúne tudo isso de uma forma impressionante, inclusive porque não deve ter sido nada fácil para sua mãe criar sete filhos com salários e condições mínimos. E foi graças a uma tia, funcionária pública, que a menina de quatro anos começou a treinar num projeto social e revelou-se um prodígio.
Sorte? Acaso? Magia? Dedo divino? Com Rebeca deu certo, mas não é o que ocorre com as Marias e Joões que têm a mesma origem e precisam não de sorte ou acaso, mas de escolas que tenham professores capazes, condições adequadas e sirvam como alavanca de inclusão social e também impulso de talentos, habilidades e o justo direito a um lugar ao sol, seja em gramados, quadras, escritórios, laboratórios, cátedras, ou o que for.
Priscila Cruz, do Todos Pela Educação, lembra que 74% das crianças do CadÚnico na primeira infância vêm de lares chefiados por mulheres; leia-se, comandados por uma mãe com excesso de responsabilidades e muitas vezes falta de tudo, comida, esgoto, água tratada, colchão macio, livros. Se a mãe não é como D. Rosa, a tia não cobre a licença de alguém e no trabalho dela não tem projeto social, como ficam os pequenos dessas famílias?
Assim com Rebeca caiu por acaso no projeto de uma prefeitura, Beatriz Souza, que deu o primeiro ouro e um show de emoção ao Brasil em Paris, foi pescada pelas Forças Armadas, que contribuem com 47% da delegação brasileira. São 130 atletas: 98 sargentos, como Bia, e 32 que passaram pelo Programa Atleta de Alto Rendimento (PAAR). Os militares têm recursos e programas para formar e estimular atletas de ponta. E as escolas e universidades?
Apesar de desdenhada, a educação física é fundamental para a formação física e mental das crianças, tenham ou não habilidade para ir tão longe. Caio Bonfim, um menino magrelo da periferia de Brasília, tinha problemas na escola, tirava notas baixas, recebia uma advertência atrás da outra, até enveredar pelo futebol, migrar para a marcha atlética e, assim, ajustar-se às aulas e finalmente ganhar medalha de prata em Paris.
As histórias de superação e garra são admiráveis e se repetem, uma atrás da outra, durante olimpíadas e copas, mas depois vão se perdendo com o vento e a rotina de um País que convive com uma das maiores desigualdades do mundo. Valdileia Martins começou a brincar de salto em altura com a vara de pescar do pai num assentamento do MST no Paraná e chegou às finais, até sofrer uma grave lesão.
Essa nossa gente precisa de educação, estímulo e confiança desde cedo, não apenas de patrocínios quando já estão lá, nas nuvens e nos pódios, com medalhas no peito, cara a cara com a goleira do time adversário e fazendo o gol que garantiu a classificação para a semifinal do futebol feminino, como a brasiliense Gabi Portilho.
Mães diligentes, tias vigilantes, pais presentes são indispensáveis sempre, em qualquer circunstância, assim com projetos sociais, programas militares, sorte e acaso, mas isso não substitui a escola, instrumento fundamental (pelo menos em tese) para a vida, justiça social, igualdade de condições, privilégio a talentos e chances para as crianças que não tenham habilidades especiais, mas direito a progresso e uma vida digna. Além de síntese e um ídolo para a história, Rebeca Andrade é um exemplo que nos traz boas reflexões.
Eliane Cantanhêde: publicado no Estadão dia 05/08/2024
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Sempre que a gente faz alguma coisa, nem sempre é o bastante. Mas como sei que a expectativa das pessoas não está no meu controle, não preciso me preocupar com isso”
Rebeca Andrade (Ginástica Artística)
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-10/08/2024
