A garganta valente do Presidente do Conselho do Corinthians

Nos últimos dias, Romeu Tuma Junior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, tem repetido comportamentos que manteve em diversos períodos de sua vida.
Seja como policial, político ou autor de livro que não escreveu.
Ameaça expulsar conselheiros que discutem, publicamente, os problemas do Corinthians, enquanto protege, em meio a acordos submersos, os que desrespeitam o clube.
Cortina de fumaça, típica dos que precisam se dar bem na política.
Faz alguns dias, seu protegido, o agente de jogadores Augusto Melo, presidente do clube, afirmou ter pagado comissão ao conselheiro Jorge Nakhoul, que trouxe ao clube o patrocínio da Kasinski.
A prática é ilegal, segundo o estatuto alvinegro.
Se comprovada, é passível de impeachment do Presidente e expulsão do conselheiro.
Segundo fonte, houve, de fato, o pagamento.
A ordem, assim como no negócio ‘Vai de Bet’, teria partido de Marcelo Mariano, vulgo Marcelinho, braço direito de Augusto Melo e Osmar Stabile.
Novamente, às costas do desmoralizado Rozallah Santoro, diretor de finanças do clube.
O que Tuma fez até o momento para investigar?
Nakoul, assim como Augusto, é acolhido pelo grupo ‘União dos Vitalícios’, comandado pelo ex-delegado e seu amigo de faculdade, Fran Papaiordanou.
Garganta Valente, Tuma Junior é seletivo com quem coloca no pau-de-arara.
Que o diga – e disse ao blog – o ex-presidente da Câmara de Vereadores de São Paulo à época das investigações da Máfia dos Fiscais, detalhando como ocorreram, e a que custo, as tratativas naquele período.
