A curta passagem de Fernando Diniz pela Seleção Brasileira, ao que parece, esquentando o banco para a chegada de Ancelotti, entregará resultado previsível.

Não precisa ser gênio do futebol para saber que seu estilo de jogo necessita de meses de treinamentos intensivos – somente possíveis em clubes de futebol.

Na Seleção, funcionaria após alguns anos, se mantida uma base pouco rotativa.

Diniz caiu no conto do vigário, que, neste caso, ocupa a cadeira principal da CBF.

A Casa Bandida precisava de um treinador que não se destacasse a ponto de colocar em dúvida a contratação que estaria acertada do comandante estrangeiro.

Sem autonomia para grandes mudanças, Diniz engoliu os ‘sapos’ midiáticos’, entre os quais o baladeiro Neymar que destoa de qualquer possibilidade de composição coletiva.

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