Reação de Leila Pereira à Mancha Verde sugere o que estaria por vir no Palmeiras

Em entrevista ao UOL, Madame Leila Pereira, ao explicar o rompimento dos patrocínios da Crefisa à Mancha Verde, respondeu:
“Quando começou a pressão, eu chamei ele (Paulo Serdan) aqui nessa sala da Crefisa, conversei com Serdan, com o Jorge (presidente da Mancha), e pedi por favor para eles pararem, que tinha começado meu mandato ali”
“E aí começaram os textos nas redes sociais, achei desrespeitoso”
“Eles sabem que eu sempre tratei com muito respeito”
“Nunca na história do Palmeiras estiveram tão representados como na minha posse”
‘Estavam lá o Paulo Serdan, o Reginaldo Pereira, uns quatro cinco da organizada na minha posse porque eu convidei”
“Eu sempre os tratei com respeito e a recíproca não foi verdadeira. Por quê? Não sei”
“Mas aí cancelei o patrocínio da Escola, cancelei a ajuda para caravanas”
Diferentemente do dinheiro destinado às caravanas, obviamente ligado à política palestrina, investido a fundo perdido, a relação entre Crefisa e Mancha sempre foi vendida como comercial.
Ou seja, o patrocínio daria retorno à empresa.
O rompimento, por razões particulares, evidencia a compra de apoio do torcedor – negada por Madame.
Este gesto, se comparado com o fato de Leila patrocinar o Palmeiras por valores, segundo avaliações de mercado, três vezes maiores do que as estimativas, sugere que, em perdendo o domínio político alviverde, a situação poderia ser repetida.
Resta saber a que termos.
Vale lembrar que além do patrocínio, Madame é credora do clube em dívida atrelada a recebíveis pelas negociações de jogadores de futebol.

Usando linguagem neutra???