Os cúmplices de Bolsonaro

Ontem (05), logo após sair do hospital em que esteve internado por medo (chegou a chorar) de morrer ao ingerir um camarão, Jair Bolsonaro reuniu forças para voar até Goiás e participar de um evento promovido pelo negacionista Marrone, cantor sertanejo.

Até o momento, não teve agenda para as vítimas das enchentes na Bahia.

Bolsonaro deu o pontapé inicial de um jogo de futebol com equipes formadas por supostas celebridades.

No embalo, seus filhos, Jair Renan e Carluxo, foram escalados para a pelada.

É ponto pacífico, na avaliação dos civilizados que, diante dos fatos amplamente divulgados ao longo dos últimos anos, somente três tipos de pessoas ainda defendem um Governo como o de Bolsonaro: os ignorantes, que, em grande maioria, informam-se através de canais de fake-news; os extremamente espertos, exemplificados em perfis semelhantes ao do juiz Sérgio Moro, do apresentador Ratinho, e de diversos estelionatários religiosos; e os que possuem os defeitos do presidente, entre os quais racismo, misoginia, homofobia, corrupção, etc.

O primeiro grupo é passível de recuperação e diminui a olhos nítidos.

Incorrigíveis são os demais.

Nesse contexto, aceitaram participar da partida, mesmo sabedores do simbolismo implícito no evento, os seguintes cúmplices:

Time do Marrone:

  • Calunga
  • Denis
  • Júnior Baiano
  • Blenio Araújo
  • Fernando
  • Eri Johnson
  • Bruno Henrique
  • Negrete
  • Popó
  • Marrone
  • Michael
  • Jair Renan Bolsonaro

Time do Amigos do Marrone:

  • Flamarion
  • Felipe Prior
  • Domingos
  • Marcos Daniel
  • Ferreira
  • Jukanalha
  • Alex Dias
  • Felipe Araújo
  • Chulapa
  • Tutuzada
  • Somalia
  • Carlos Bolsonaro

Marcelinho Carioca, que não faz parte dos apenas ignorantes, se deu mal: faltou ao evento acreditando que Bolsonaro, por conta da recente internação, não compareceria, comprometendo o objetivo de bajulação.

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