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O que merece o sujeito que mata a própria mãe?

O Genocida que infelicita o Planalto, ao lado de sua inconfundível prole, comprovadores da margem de erro do Darwinismo, estiveram, ontem, ao lado da mãe do Presidente, uma senhora de 94 anos, sofrida pelo óbvio fardo carregado durante toda a existência.

Todos sem máscara e distanciamento social.

Bolsonaro, em entrevista ao Sistema Bolsominion de Televisão, chegou a declarar:

“Minha mãe está com 94 anos. Ela não me reconhece mais”

“Ela teve um problema grave de sangramento nos últimos dias e resolvi visitá-la. Pode ser que seja a última vez”

Comprova-se que o Presidente sabia estar ao lado de uma pessoa com grave comorbidade, vítima potencial do coronavírus, com o agravante de, em tese, existir vínculo sentimental, que, normalmente, acaba por estimular sentido maior de proteção.

Obviamente tomando como exemplo seres humanos decentes.

Dona Olinda, se verdadeiras forem as palavras de Bolsonaro, teve a sorte de, quase ao final de sua caminhada, não reconhecer prováveis motivos de desgostos, mas pode dar azar, daqui duas semanas, se infectada, de sentir efeitos do COVID-19.

Em ocorrendo, o que dizer de seus potenciais transmissores?

Não se trataria, por óbvio, de acidente, como a ausência de cuidados, imortalizada em fotografia, comprovou.

Bolsonaro, na opinião de muitos, incluído este jornalista, por crimes diversos contra a humanidade, tem que apodrecer na prisão, mas o que merece o sujeito que mata, por dolo, ou, no mínimo, expõe a grave risco, a própria mãe?

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