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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não existe calunia que se fortaleça diante da verdade”

Thiago Herinch – Pensador

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Aragão desmente ex-árbitro que diz tê-lo ajudado a salvar sede do SAFESP

No fim da semana iniciada dia 18/07/2021 aportou na tela do meu Whatsapp a mensagem que Rodrigo Braghetto garantiu que por duas ocasiões ajudou José Assis Aragão a salvar o patrimônio SAFESP localizado na Rua Dos Bororós no Bairro da Bela Vista.

O escrito

Bom dia Mestre Paulo Arruda, muito bom falar contigo!!!

Não sei se o Aurélio está aqui no grupo mas confessei a ele recentemente e agora a TODOS desse grupo que tenho MUITA vontade de ajudar o nosso ETERNO SAFESP como já ajudei (Aragão) em duas gestões que estávamos devendo no banco e com a sede da Rua Bororós PENHORADA; Aragão e nossa equipe QUITAMOS a penhora, saldamos a conta no banco deixando-a por sinal BEM saudavel, compramos a nova sede (ATUAL) que inclusive ainda está no nome do ARAGÃO (senão já teríamos perdido ela).

Gostaria MUITO que nos UNÍSSEMOS (de verdade) para SALVARMOS o NOSSO SAFESP!

Primeiro sindicato de ARBITROS de Futebol do BRASIL…

Sei que o grupo não é para isso (talvez) mas DEUS tocou meu coração para que assim fizesse.

Aqueles que talvez ainda tenham essa vontade de AJUDAR (e não pode ser pouca) por que NOSSO sindicato está AGONIZANDO por favor me chame no privado.

Um excelente e ABENÇOADO final de semana a todos!

BRAGHETTO.

Observação

O acima foi transportado sem mutação.

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Conhecedor

Que o imóvel da Rua Bororós foi locado quando da fundação da APAFUP, que, depois da união com a APAFESP, passou para o SAFESP.

Ciente

Que Benedito Martinho Correia de Oliveira é amigo do Aragão, enviei, e por telefone, conversamos sobre o fincado na mensagem;

Prontamente

Bene afirmou desacreditar, contudo, conversaria com Aragão e voltaria a falar comigo.

Retornando

Benedito Martinho Correia de Oliveira reportou: José de Assis Aragão sustentou que o imóvel da Rua Dos Bororós era alugado, naquela época, Braghetto não era associado, nem árbitro da FPF.

Findando

Bene disse: É mentira.

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13ª Rodada da Série A do Brasileirão 2021

Sábado 24/07

Palmeiras 1 x 0 Fluminense

Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)

VAR

Elmo Alves Resende Cunha (GO)

Item Técnico

Não influiu no resultado; contudo durante o transcurso da refrega deixou passar batido faltas claríssimas.

Observação

Assistente 01 errou por ter sinalizado impedimento do atacante Nenê do Fluminense quanto de chute defendido pelo goleiro alviverde ocorrido na primeira etapa.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para alviverde e 02 para tricolores da laranjeira

No todo

Trabalho meia boca

Domingo 25/07

Atlético-MG 3 x 0 Bahia

Árbitro: Antonio Dib Moraes de Sousa (PI)

VAR

Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Item Técnico

Correto na marcação da penalidade máxima cometida por Matheus Teixeira goleiro do Bahia no atleticano Hulk;

Penalidade

Batida por Hulk, transformada no segundo gol atleticano.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do Galo e 01 para tricolor Baiano

Flamengo 5 x 1 São Paulo

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)

VAR

Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Item Técnico

Deixou de marcar algumas faltas não influentes no computo final

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para flamenguistas e 07 para são-paulinos

Cartão Vermelho: Marcio Alves Tannure médico do Flamengo por ter agido como torcedor e provocado confusão que durou por volta de cinco minutos, idem a Juan Branda e Alejandro Gabriel Kohan auxiliares técnicos são-paulinos por revide ao provocador e defensores.

Disciplinarmente

Felipe Fernandes de Lima foi omisso por não ter punido alguns dos litigantes por afrontarem suas determinações, dentre estes: William Arão defensor da equipe mandante e Rodrigo Nestor da equipe visitante.

Segunda Feira 26/07

Cuiabá 1 x 2 Corinthians

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

Disputa aporrinhadora

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para equipe cuiabana e 01 para corintiano

Cartão Vermelho: 01 para cuiabano


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

Governo vira comitê de campa

Bolsonaro mexe as peças com objetivo de salvar o pescoço e garantir sua reeleição em 2022

Goste-se ou não de Roberto Jefferson, o polêmico político do PTB e do Centrão que detonou a crise do mensalão no governo Lula, ele tem razão: a reforma ministerial do presidente Jair Bolsonaro lembra a manobra de Fernando Collor para salvar o pescoço em 1992, quando mudou o seu governo para ampliar a base de apoio no Congresso. No caso de Collor, foi tarde demais. E no de Bolsonaro?

O fato é que foi uma decisão drástica entregar a “alma do governo” para o senador Ciro Nogueira, do PP, líder do Centrão e aliado do PT em 2018, quando chamava Bolsonaro de “fascista”. O Centrão está com tudo, os militares vão escorregando para o segundo pelotão e Paulo Guedes perde de nacos de poder para Onyx Lorenzoni construir sua campanha durante curtos – ou longos? – oito meses, até se desincompatibilizar para disputar o Governo do Rio Grande do Sul.

Onyx foi da Casa Civil, do Ministério da Cidadania e da Secretaria Geral da Presidência, até Bolsonaro criar o Ministério de Emprego para gerar um único emprego, o dele. E Guedes tinha um latifúndio ministerial, mas nunca teve poder. Agora, não tem um nem outro. Seu ministério vai continuar sendo fatiado para o Centrão e ele desliza para o ostracismo, não pelo que não fez, mas pelo que insiste em fazer: engolir sapos em nome da reeleição.

O argumento de Guedes é o mesmo dos generais que insistem em se submeter ao capitão insubordinado: “espírito de missão”. Heroico, mas não verdadeiro. Ele só fica pela sensação de poder e por resistir a admitir a derrota, ao contrário do também “superministro” Sérgio Moro, que demorou mais do que o razoável, mas mostrou que tinha limite. Guedes não tem limite.

O governo virou comitê de campanha de Bolsonaro, onde as peças se movem para salvar seu mandato e pavimentar o caminho da reeleição. Ao atravessar a rua e ir para o Planalto,

Ciro Nogueira anula as chances do seu amigo Arthur Lira abrir um dos 125 pedidos de impeachment, reforça a articulação com o Senado e abre espaço para o filho “01”, Flávio Bolsonaro, virar suplente da CPI da Covid com direito a palavra, impropérios contra a cúpula da comissão e acesso direto a todos os documentos da CPI. Presentão para o papai.

Além de reformar a casa, melhorar os alicerces governistas da CPI e penetrar mais firmemente no Nordeste (Ciro é do Piauí e Lira, de Alagoas), Bolsonaro também cria vales e aumenta as bolsas para o eleitorado mais pobre, e mais numeroso. De quebra, fideliza o núcleo duro do seu eleitorado ao se assumir cada dia mais radical.

Vem daí a foto, às gargalhadas, com a líder de um partido alemão xenófobo e de inspiração nazista, investigado no próprio país por mensagens e práticas ilegais. Não é trivial presidentes receberem deputados estrangeiros. Menos ainda, presidentes de países democráticos receberem parlamentares antidemocráticos.

Além disso, o presidente deu a Michelle Bolsonaro a medalha Oswaldo Cruz, para quem se destaca em ciência, educação e saúde, e o governo comemorou o Dia do Agricultor com uma foto, não de um trabalhador com sua enxada, mas de um jagunço com um rifle. Nem Michelle se destaca em nenhuma dessas áreas, nem o sofrido agricultor é jagunço, grileiro, desmatador, miliciano do campo. O governo estimula a guerra no campo?

O presidente também assinou um decreto para regulamentar a Lei Rouanet e, como tem sido um desastre para a Cultura, boa coisa não sai daí. E ele ainda não vetou o fundão eleitoral de R$ 5,7 bilhões, mas atendeu aos planos de saúde e vetou a lei que os obrigava a custear a quimioterapia oral para pacientes com câncer. É esse Jair Bolsonaro, o verdadeiro, que disputará voto na urna eletrônica em 2022.

Eliane Cantanhêde: Jornalista – Publicado no Estadão dia 30/07/2021

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Finalizando

“O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta”

Nicolau Maquiavel: foi um filósofo político, historiador, diplomata e escritor italiano

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-31/07/2021

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