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Fernanda Venturini, Evandro e a ‘contaminação’ pelo negacionismo genocida

Ontem (27), o mundo do esporte não se surpreendeu, mas, apesar disso, entristeceu-se, com o comportamento lamentável de dois de seus repesentantes.

A ex-jogadora de voleibol Fernanda Venturini publicou vídeo dizendo que era contra a vacina e que somente a tomou para poder viajar.

Covarde, desmentiu-se posteriormente, provavelmente sob o temor da perda de patrocínios.

Horas depois, vazaram comprovações de que o atleta Evandro, que faz dupla no volei de praia com Bruno Schmidt, campeão Olímpico no Rio de Janeiro (que esteve internado em UTI acometido, justamente, de COVID-19) frequentou, sem máscara, uma balada clandestina.

Também covarde, Evandro desmentiu e, pior, mentiu quando tentou se explicar para, depois, diante da possibilidade de surgirem mais provas, admitir e, somente sob pressão, pedir desculpas pelo erro.

Ao COB não resta outra alternativa senão a da punição ao atleta, com eliminação das Olimpíadas, sem prejuízo a Bruno, que nada tem a ver com o assunto.

Ambos, Fernanda e Evandro, estão contaminados.

Não pelo COVID-19 (Evandro, talvez), mas pelo negacionismo espalhado no ar a cada ato do Genocida que infelicita o Planalto.

Evandro Junior em balada clandestina - Reprodução

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