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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“As pequenas mentiras fazem o grande mentiroso”

William Shakespeare: foi um poeta, dramaturgo e ator inglês

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Má administração mantem as portas do SAFESP fechadas

Auto desmentindo-se o expert jurisprudente que presidente a entidade dos árbitros de futebol do estado de São Paulo, sua vice, demais diretores juntados a aquele porta-voz originado da produtiva cidade de Catanduva, além do não cumprir o apalavrado deixaram de convocar os associados para avaliação e projeção das contas dos anos 2019 e 2020, procedimento incompatível ao estatuído e lei.

O

Imperante pode ser constatado no atraso do pagar das diversas contas, salvo engano uma delas alusiva a energia elétrica.

FPF

Cadê o soluto da reunião dos árbitros com o presidente Reinaldo Carneiros Bastos, na qual especificaram os constantes insultos derivados da “cordialíssima” Ana Paula de Oliveira presidente da CA?

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3ª Rodada da Série A do Brasileirão 2021

Sábado 12/06

Palmeiras 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Item Técnico

Deixou de marcar infrações que não tiveram influência no resultado;

Como principal

Acertou por ter ouvido o VAR após constatação da posição de impedimento do palmeirense Roni no lance findando com William mandando à redonda profundo da rede,

Fato

Sucedido na metade do campo fiscalizada pelo assistente 01: Daniel Paulo Ziolli

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para alviverdes

Domingo 13/06

Atlético-MG 1 x 0 São Paulo

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

VAR

Daniel Nobre Bins

Item Técnico

Sem problema. Contou com a colaboração dos litigantes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor são-paulino

4ª Rodada – Quarta Feira 16/06/2021

Corinthians 1 x 2 Red Bull Bragantino

Árbitro: Thiago Luis Scarascati (SP)

VAR

Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP)

Item Técnico

Bola bateu no braço direito colado ao corpo do corintiano Cantillo, árbitro nada marcou, gerando algumas reclamações,

VAR

1º – Após ver e rever, corretamente VAR informa que nada existiu, jogo seguiu.

2º – Arthur atacante do RED Bull sofre falta, bola sobra e consorte segue livre com a mesma, atrasada e erroneamente Thiago Luis Scarascati paralisou a refrega;

Reconhecendo

Que errou gesticula pedindo desculpas, atitude correta, contudo: o erro não deve ser repetido em outras rezingas.

3º – Cassio reclamou que ocorreu falta do oponente Erick no lance que dominou e chutou a bola que decretou a vitória do Red Bull Bragantino

Por

Mais essa vez VAR viu e reviu comunicando que aconteceu.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

Por que envolver o Exército em crise política?

Bolsonaro age para destruir e desmoralizar as instituições; com seguidores extremistas, alimenta fanatismo que terminará em violência

A resposta é simples: o sonho chavista de poder do presidente que tenta usar o Exército em seu projeto pessoal. O Brasil não é a terra do ídolo inspirador do presidente e não vai se transformar em algo similar. Aqui, “EB” quer dizer Exército Brasileiro e não “Exército Bolsonarista”. O Exército enfrenta o mesmo problema das outras instituições brasileiras: o risco de erosão. Infelizmente, a mentalidade anarquista do presidente age para destruir e desmoralizar as instituições, e banalizar o desrespeito pessoal, funcional e institucional. Junto com seguidores extremistas, alimenta um fanatismo que certamente terminará em violência.

Para aventuras políticas pessoais, instituições sólidas e funcionais são sempre um imenso obstáculo. Projetos populistas e totalitários, não importa seu matiz ideológico, não avançam sem subverter a ordem, sem corromper as instituições. E uma das instituições mais sólidas é o Exército (assim como a Marinha e a Força Aérea). Ao invés de recuperação e aperfeiçoamento das instituições, assistimos ao agravamento da situação existente e a erosão da Saúde, Justiça, Meio Ambiente e Educação.

O presidente tenta também desmoralizar o sistema eleitoral, mas não apresenta as provas de fraude que diz possuir. Semeia dúvidas sobre o Tribunal de Contas da União, valendo-se de relatório e dados falsos. No orçamento da União, apresenta uma nova forma de “mensalão” – o chamado orçamento secreto. Nas Relações Exteriores, graças ao Senado, escapamos do vexame da quase nomeação de um embaixador esdrúxulo junto aos EUA, e agora temos à frente a investida demagógica de uma nomeação para a África do Sul. Oxalá o Senado poupe o Brasil de mais essa.

Esse é o contexto em que se desenvolve mais uma tentativa de erosão de uma das instituições de maior prestígio do Brasil – o Exército Brasileiro. O caso do general no palanque, em mais um evento populista promovido pela autoridade maior, é da alçada do comandante da Força, que decidiu dentro das suas atribuições. Problemas disciplinares são resolvidos diariamente por todos os comandantes, nos diversos níveis. Não é esse o problema. O problema é muito maior e mais grave. É político. E tem um responsável – o presidente. Para realizar seu projeto pessoal, ele vem testando o Exército frequentemente. Isso é deliberado. É projeto de poder. Não acontece só por despreparo, irresponsabilidade e inconsequência. Isso é processo planejado, que vem sendo adotado e tentado de forma sistemática. É também um processo covarde, pois as consequências são sempre creditadas a outras pessoas e instituições. Ocorre que a responsabilidade pessoal e funcional está muito bem definida e o responsável maior deve arcar com as consequências.

É covardia transferir essa conta ao Exército. E é totalmente inaceitável a tentativa permanente de arrastar o Exército para o erro histórico de assumir um protagonismo político em apoio a uma aventura pessoal perseguida de forma paranoica. O Exército não é e não pode ser uma ferramenta de uso pessoal, partidário ou de intimidação política. A missão do Exército não é auxiliar uns e outros em disputas eleitorais e em jogo de poder, dividindo os brasileiros. O Exército tem uma missão constitucional definida.

O Brasil precisa de paz, de união nacional, de governo que trabalhe e promova o desenvolvimento socioeconômico com boa administração. O Brasil precisa de políticas públicas sensatas, de combate à corrupção, eliminação de privilégios e redução da desigualdade. Precisa de vacina e emprego. É preciso que o voto da maioria sirva para governar para o bem de todos e não para interesses pessoais, familiares ou de grupos. O Brasil não merece uma polarização entre quem já teve oportunidade de governar e se perdeu em demagogia e escândalos de corrupção e quem mostra diariamente que tem como objetivo um projeto de poder semelhante, apenas com sinal trocado.

O País não pode ficar entre dois polos que se alimentam e se comportam como cabos eleitorais um do outro. O Brasil não merece mais erosão em suas instituições. Ao contrário, nossas instituições precisam de melhorias e aperfeiçoamentos. A democracia depende do aperfeiçoamento institucional constante. O Exército Brasileiro, assim como as outras instituições que compõem a Nação, não pode continuar a ser covardemente prejudicado por causa de um projeto de poder pessoal e populista.

Carlos Alberto dos Santos Cruz: General da Reserva e Ex-Ministro da Secretaria de Governo – Publicado no Estadão do dia 13/06/2021

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Finalizando

“Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes”

Abraham Lincoln: foi presidente dos Estados Unidos da América. Decretou a emancipação dos escravos. Foi considerado um dos inspiradores da moderna democracia tornou-se uma das maiores figuras da história americana. Defendia a causa dos pobres e humildes.

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-19/06/2021

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