Picaretagem: Corinthians cobra R$ 12 milhões da Prefeitura por “caridade” na camisa

Logo após acertar, com a Prefeitura de São Paulo, a sangria de dinheiro público que financiará o “Fielzão”, o Corinthians foi obrigado, pelo Ministério Público, a assinar um TAC, comprometendo-se a realizar contra-partidas sociais em troca da liberação das obras.

Sabedores que somos de que, na hora do aperto, os que fazem coisas erradas assinam até papel de pão, todas as exigÊncias foram aceitas e o acordo formalizado.

Porém, achando-se mais espertos do que a “esperteza”, dirigentes do clube, na primeira oportunidade, passaram a perna no MP.

Ou pelo menos estão tentando, e da maneira mais deplorável possível.

Enviaram documento ao órgão cobrando abatimento de R$ 12 milhões por terem exposto na camisa do Corinthians os logos de entidades assistenciais.

Ou seja, toda aquela “bondade” aparente, de entrar em campo com “GRAAC”, “AACD”, entre outras, não passava de tentativa de golpe contra o dinheiro público.

Tão baixo quanto o nível de decência dos atuais dirigentes alvinegros.

Tomara o MP não caia nessa conversa, até porque, tirante o absurdo de cobrar R$ 2 milhões por cada mês de “caridade”, segundo o TAC assinado, as contra-partidas deveriam beneficiar somente a Zona Leste, situação impossível de especificar com o “serviço” executado pelo Corinthians.

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