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Como reagirá o Galo diante das barbaridades na Colômbia?

Ontem (13), o Atlético/MG venceu a partida contra o América de Cali/COL, por três a um, mas perdeu grande oportunidade de expor a Conmebol pelas indecentes condições impostas ao clube para a disputa do principal torneio do Continente.

Cinco paralisações proporcionadas pela ingestão de atletas a gás lacrimogênio jogado, fora do estádio, contra a população local, que protestava contra barbaridades de seu desgoverno.

Sem contar a possibilidade de contágio, em meio à pandemia de COVID-19.

Diante de uma arbitragem covarde que, certamente, orientada pela CONMEBOL, não paralisou o transcurso do absurdo, o Galo deveria ter abandonado a partida, não apenas pelo protesto, mas também em preservação da integridade física de seus atletas.

Já que não o fez, espera-se agora – embora seja pouco provável que ocorra – que medidas judiciais sejam impostas contra a Confederação e demais responsáveis pelo evento.

Seria importante, também, o amparo da CBF, mas além de não ser habitual o acolhimento, o presidente da Casa anda mais ocupado em apagar rastros de comportamento indevido do que em se meter nos assuntos do futebol tupiniquim.

Enquanto as equipes brasileiras, que, em regra, proporcionam ambiente seguro aos visitantes do torneio, seguirem submetendo-se, calados, à várzea da CONMEBOL, o futebol sulamericano seguirá há anos luz de distância de se equiparar aos principais campeonatos do planeta.

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