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Por litigância de má-fé, dívida do Corinthians com a Prefeitura aproxima-se de R$ 30 milhões

Em 2010, por conta de diversos descumprimentos de acordo de concessão, a Prefeitura de São Paulo ingressou com ação judicial contra o Corinthians requerendo a devolução do terreno localizado às portas do Parque São Jorge.

Entre diversos recursos, todos com decisões favoráveis ao Município, o Prefeito Bruno Covas, em 2020, quebrou o galho do Timão e, sob novas condições, permitiu reutilização da área, por mais algumas décadas.

A intenção era a de, também, perdoar a dívida de alugueis retroativos, cobrados no processo, mas os órgãos controladores do Município não permitiram.

Por conta disso, o Corinthians ‘ganhou’ o terreno, mas também uma dívida, até aquele momento, de R$ 23,3 milhões.

Novamente intimado a pagar, o clube socorreu-se de eventos protelatórios em sua defesa, que, diagnosticados pela juíza Luiza Barros Rozas Verotti, da 13ª Vara de Fazenda Pública, foram, no último 19 de abril, apenados.

Multa de 1% do valor da causa, por ‘litigância de má-fé’.

O valor atualizado da dívida do Corinthians, neste processo, é de R$ 29.686.358,19, sendo R$ 23,3 milhões (valor principal), acrescidos de R$ 2,3 milhões (honorários advocatícios), R$ 2,3 milhões (multa por atraso de pagamento), R$ 1,4 milhão (juros desde dezembro de 2020) e R$ 293,9 mil pela recente condenação.

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