O tropeço de Felipão no encontro com os seis jornalistas

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Comentamos, ontem, o encontro realizado entre a comissão técnica da Seleção Brasileira, capitaneada por Felipão, e os seis jornalistas escolhidos, a dedo, para a conversa.

Felipão e os seis jornalistas

Tratamos do assunto “jornalismo”, envolvido na questão.

Agora falaremos sobre a atitude e as explanações do treinador.

Felipão tem o direito de conversar com quem bem entender, obviamente, ciente de que a atitude de selecionar interlocutores gerará reflexos distintos entres os excluídos.

Há os que, desprovidos de vaidade, entendem a situação, porém, muitos, corroídos no ego, e pela inveja, são capazes de retaliações inimagináveis.

Da conversa, em si, que Felipão certamente quis expor publicamente parte de seus problemas, porém, alguns equívocos, um deles, grave, foram cometidos.

Pedir que a imprensa bajule a Seleção, mesmo que não se utilizando desses termos, foi um verdadeiro tiro no pé.

Dos seis que estavam no encontro, somente Fernando Fernandez, da BAND, aceitaria, até por imposição da emissora, sem pestanejar.

Não vi problemas no fato de Felipão expor a fragilidade emocional dos jogadores aos jornalistas.

Acredito, assim como disse Juca Kfouri, no Linha de Passe da ESPN, em resposta aos justos questionamentos de Mauro Cezar Pereira, que pior seria se o treinador tivesse negado o que o Brasil inteiro já havia presenciado, em rede nacional.

Scolari errou, porém, gravemente, ao dizer que trocaria um dos 23 jogadores convocados, se a FIFA permitisse.

Um chute no balde, creio, impensado, que pode, se não bem explicado aos atletas nos próximos dias, por a perder todo um trabalho de fechamento de grupo, executado, com perfeição, até então.

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