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Os erros do Santos com Holan

Ariel Holan durante jogo do Santos na Libertadores

Contratado para realizar trabalho de longo prazo, o argentino Ariel Holan deixou o comando técnico do Santos após dez partidas, descontente com diversas situações.

Jogadores principais negociados sem reposição adequada e o inferno fomentado por oposicionistas da gestão, que, em meio a resultados iniciais precários, incitaram bandidos de ‘organizadas’ a criarem um ‘inferno’ às portas da residência do treinador.

Holan preferiu sair enquanto era tempo.

Gente decente, sem necessidades financeiras preocupantes, não se submete a esse tipo de humilhação.

Os grande equívocos nesse episódio foram a falta de coragem dos dirigentes em dialogar, publicamente, com os torcedores – não os ‘organizados’, mas os que, de fato, torcem para o clube – e, pelo visto, também com Holan, nitidamente traído em toda a operação.

Explicar que o Santos estaria tentando acertar as dívidas e que isso acarretaria em limitações evidentes na gestão do futebol amenizaria as cobranças que são realizadas proporcionalmente à grandeza de tudo o que o Peixe já apresentou em sua história.

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