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R$ 110 mil de Gabigol podem custar ainda mais caro no futuro

Ontem (26), a mídia noticiou que o atacante Gabigol utilizou-se do direito de ‘transação penal’ para escapar de processo criminal, e possível condenação, por conta de sua irresponsável presença num cassino clandestino em São Paulo quando a pandemia de COVID-19 apresentava-se em seu auge.

Faltou explicar um pouco melhor as implicações desta decisão do atleta.

Se, num primeiro momento, pareceu a opção correta pagar R$ 110 mil (dinheiro de pinga diante dos vencimentos do atleta), evitando a chance de perda de primariedade penal, no decorrer da vida – ao menos nos próximos cinco anos, Gabigol terá que se comportar da maneira que, historicamente, não o fez em toda a sua existência.

No período citado, o jogador não terá direito a novo benefício, ou seja, responderá criminalmente por seus atos.

Convenhamos, jogou ‘uma vida’ no lixo, para ficar na linguagem que Gabigol conhece bem, a dos videogames.

Talvez se tivesse interesse, também, noutras fontes de cultura entenderia a gravidade do ato punido e poderia ter evitado, antecipadamente, dissabores futuros, bem possíveis de surgirem.

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