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Que a triste lição do Egito seja aprendida

Os lamentáveis acontecimentos que deixaram dezenas de mortos numa partida de futebol do Egito – número que pode crescer ainda nos próximos dias – nos leva à reflexão do quanto o ser humano pode ser imbecil.

Não há amor por um clube que justifique tamanha insanidade.

Vencer e perder faz parte do esporte, assim como respeitar o adversário e a escolha de seus torcedores.

Essa doentia busca pela violência e tentativa constante de impor a preferência clubística, tratando o adversário como se fora inimigo, é absolutamente inaceitável num mundo pretensamente civilizado.

Dar ao futebol a importância que não possui, e tratá-lo como se fosse uma constante guerra entre nações, é diminuir o verdadeiro sentido do jogo, empolgante por natureza, democrático tanto na escolha de jogadores quanto no perfil financeiro de seus admiradores.

Assistir, torcer, sofrer, vencer, às vezes perder, tirar um sarro do oponente, e, depois, ir para as respectivas residências, sonhando, se tanto, com a inevitável revanche.

Uma sequencia sadia de comportamentos que não diminui em nada a paixão do torcedor, e que, sem dúvida, aumentaria o prazer em acompanhá-lo.

Tomara o triste exemplo do Egito sirva para acordar aqueles que insistem em viver o esporte de maneira criminosa e covarde, substituindo o respeito ao jogo pela intolerância de opiniões.

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