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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“O traidor revela seu mau-caratismo, egoísmo e covardia”

LilloDahlan: Pensador

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Novamente presidente SAFESP entrou mudo e saiu calado

Repetindo o que houvera feito na reunião do dia 18/03, Aurélio Sant Anna Martins, convidado, ligou seu aparelho tecnológico para participar da reunião digital ocorrida na segunda feira 22/03 convocada pela FPF, que resultou na descontinuação da Séria A1 até o dia 30/03, com previsão para reiniciar em 31/03;

V. Ex.ª

Não se dignou em pedir a palavra para indicar um formato visando amenizar a possível e caótica situação financeira dos associados SAFESP que prometeste proteger.


Regildênia na Delegacia

Após ignorar convocação anterior, somente após ameaça de reprimenda por desobediência, Regildênia Holanda Moura, vice-presidente do SAFESP, enfim, entregou os computadores do Sindicato para perícia policial, que deverá desvendar a misteriosa acusação de invasão hacker, atribuída ao blogueiro Marçal.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

5ª Rodada da Série A1 do Paulistão 2021

Terça Feira 23/03/2021

Mirassol 0 x 1 Corinthians – Disputada na cidade de Volta Redonda (RJ)

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo

VAR

Luiz Flavio de Oliveira

Item Técnico

Acertou apontando no ato a penalidade cometida por Fabio Santos, defensor corintiano no momento que fez uso da mão esquerda para desviar a trajetória da redonda;

Penalidade

Batida por Fabricio, Cassio defendeu.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor da equipe mandante e 02 para visitante.

Quarta Feira 24/03

São Bento 1 x 1 Palmeiras – Alusiva a 3ª rodada

Árbitro: Salim Fende Chaves

VAR

Marcio Henrique Gois

Item Técnico

Placar apontava São Bento 1 x 0, quando o boto-branco do apito estando próximo, de frente, com visão total do ocorrido,

Não

Marcou a claríssima penalidade máxima perpetrada por Juninho defensor da equipe beneditina no instante que levou o braço e mão direita para desviar à redonda que houvera batido no tórax do oponente Roni;

VAR

Informou assoprador para ir ao monitor, lá chegando, viu, reviu, voltou pro campo sinalizando a marca da cal.

Penalidade

Cobrada por Gustavo Gomes, findada no gol de empate.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do azulão e 03 para alviverdes

Em Tempo

Salvo engano, foi no transcurso da lastimosa gestão do ex-árbitro Domingos Roberto Domingues a frente da CA-FPF que o assoprador Salim Fende Chaves abiscoitava variadas escalas;

De

Lá até o presente nas vezes que observei seu trabalho, afianço que técnica e disciplinarmente nada evoluiu


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Politica

Agora só falta prender o responsável pela maior operação anticorrupção da História do Brasil

Não me canso de reafirmar meu respeito ao Supremo Tribunal Federal (STF) enquanto instituição essencial da República. No entanto, as instituições não são abstrações. Encarnam-se nas pessoas que a compõem. A credibilidade da Corte depende, e muito, das atitudes dos seus integrantes. É a base da legitimidade. Perdida a credibilidade, queiramos ou não, abre-se o perigoso atalho para o questionamento da legitimidade.

O STF, infelizmente, não tem contribuído para fortalecer a sua credibilidade. É hoje, lamentavelmente, uma das instituições com maior rejeição. E isso é um grave risco para a democracia.

Meu artigo é um alerta angustiado. Já passou da hora de os ministros descerem do Olimpo dos deuses e fazerem uma séria e honesta autocrítica. A sociedade está farta de inúmeras decisões do STF. E a instituição, goste ou não, está mergulhando numa gravíssima crise de imagem.

A decisão monocrática do ministro Edson Fachin que anulou as condenações de Lula da Silva decididas na 13.ª Vara de Curitiba pelo então juiz Sergio Moro, no âmbito da Operação Lava Jato, e tornou o ex-presidente elegível não poderia deixar de causar um terremoto político e um tsunami de indignação moral. Como disse, oportunamente, a professora Catarina Rochamonte, colunista do jornal Folha de S.Paulo, trata-se daquele que é tido como chefe do chamado petrolão, que o ministro Gilmar Mendes, antes da sua conversão garantista, considerou “o maior escândalo de corrupção de que se tem notícia”. Também “não se tem notícia de uma transmutação de valores como a de Gilmar Mendes, que, de entusiasta da Lava Jato, passou a fazer da destruição da mesma sua prioridade e obsessão”, frisou a colunista.

Fachin, misteriosa e surpreendentemente, resolveu ressuscitar argumentos já analisados (e rebatidos) à exaustão sobre a competência da 13.ª Vara para julgar as ações contra Lula. Para sustentar sua decisão inexplicável afirmou que as ações contra Lula não tratavam especificamente da Petrobrás, foco central da Operação Lava Jato de Curitiba. No entanto, o próprio ministro incluiu em sua decisão trechos da denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal no caso do triplex, em que está claríssima a ligação entre os favores recebidos pela empreiteira OAS e nomeações e contratos da Petrobrás. Essa relação foi reconhecida em todas as instâncias nas quais Lula foi condenado – na primeira instância, pelo juiz Sergio Moro e no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), como voto do relator João Pedro Gebran Neto sendo seguido pelos demais membros da Oitava Turma. Por fim, o Superior Tribunal de Justiça, que manteve a condenação de Lula, também analisou os questionamentos sobre a competência para julgar o caso e concluiu que não houve irregularidade alguma ao se realizar o julgamento na 13.ª Vara e pela Oitava Turma do TFR-4.

Em nota, Fachin disse que a questão já havia sido debatida diversas vezes no Supremo, mas só agora reuniu condições de ser julgada corretamente. Ele assumiu o caso em 2017, depois da morte do ministro Teori Zavascki. Foram necessários quatro anos para decidir “corretamente” sobre um assunto que ele havia decidido outras tantas vezes de modo diverso? Nenhum problema. Faz tempo que a Corte deixou de lado os fatos e o Direito e se embrenhou no campo de um ativismo de ocasião. O STF é hoje a principal fonte de insegurança jurídica no País.

Mas a coisa não parou por aí. Fachin errou feio ao anular os processos contra Lula, mas tão evidente quanto o fato de as denúncias e sentenças desses processos desmentirem sua argumentação é o fato de que, concorde-se ou não com essa decisão, uma vez anulados os processos, qualquer recurso impetrado dentro deles também se torna nulo.

Mas aí, caro leitor, aparece no horizonte o ministro Gilmar Mendes. Após segurar o caso por quase dois anos e meio, graças a um pedido de vista, o ministro sentiu forte comichão e decidiu pautar o tema Moro na famosa Segunda Turma do STF. Em voto longo e carregado de parcialidade (afinal, é desafeto público de Moro), Mendes dedicou-se à demolição da reputação do ex-juiz, no que chamou de “maior escândalo judicial da nossa História”, e, apesar de dizer que nem seria necessário usar as supostas mensagens atribuídas ao ex-juiz e aos procuradores da Lava Jato, mencionou seu conteúdo com grande generosidade.

O fecho de ouro foi dado pelo ministro Nunes Marques, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para o STF. Pediu vista. Um artifício para adiar a provável degola do ex-juiz Sergio Moro e dar mais um empurrãozinho na Lava Jato rumo ao abismo diligentemente preparado num enorme acordão.

Não faz muito, terminei um de meus artigos com um comentário premonitório: Lula absolvido e Moro condenado. A narrativa começa a ser construída. Agora só falta prender o responsável pela maior operação de combate à corrupção da nossa História. Caminhamos céleres rumo à ditadura do Judiciário. Acho difícil, muito difícil, que a imensa maioria da sociedade brasileira, honrada, trabalhadora e sacrificada, aceite engolir um sapo de tamanhas proporções.

Carlos Alberto Di Franco: Jornalista – Publicado no Estadão dia 22/03/2021

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Finalizando

“O juiz não é nomeado para fazer favores com a justiça, mas para julgar segundo as leis”

Platão: foi um filósofo grego da antiguidade, considerado um dos principais pensadores da história da filosofia

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-27/03/2021

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