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Fernando Garcia pede penhora dos ‘Naming-Rights’ do estádio de Itaquera

Andres Sanches, Fernando Garcia e Paulo Garcia

Através do Penapolense, um de seus clubes ‘barriga de aluguel’, o agente Fernando Garcia, irmão de Paulo Garcia, dono da Kalunga, acionou o Corinthians para receber R$ 4 milhões da transação do atleta Marlone, que já foi dispensado pelo clube.

Não é a primeira vez que o agente processa o Timão.

Há quem afirme que a o procedimento da ‘judicialização’ seria manobra combinada com o ex-presidente Andres Sanches, porque facilitaria as justificativas internas para saída do dinheiro, além de proporcionar aumento de valor, encorpado por juros e demais correções.

O fato de Garcia, apesar dos processos, seguir com prestígio no Corinthians dá margem ainda maior às suspeitas.

Na última terça-feira, na ação movida, oficialmente, pela Penapolense, o juiz Fábio Rogério Bojo Pellegrino, da 1ª Vara Cível do Tatuapé, penhorou, entre diversos recebíveis, todos os valores que o Timão tiver a receber da Hypera Pharma, entre os quais, em tese, os ‘naming-rights’ do estádio de Itaquera.

A empresa será citada, nos próximos dias, para revelar quais contratos mantém em vigor com o Corinthians.

O de ‘naming-rights’, se de fato firmado, seria com o Arena Fundo, gestor do estádio, mas movimenta dinheiro do Timão, que, obrigatoriamente, tem que ser repassado à CAIXA.

Um rolo só.

Vale lembrar que, apesar de nomear a Arena alvinegra desde setembro de 2020, não constam pagamentos pelo contrato – que foi aprovado apenas em novembro, pelo Fundo, mas não em reunião da Hypera – em nenhum dos balanços das empresas envolvidas na transação.

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