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O Palmeiras tem o presidente que não merece

No ápice da segunda onda da pandemia de COVID-19, o Palmeiras bancou uma festa, em recinto fechado, para 250 convidados, a pretexto de comemorar a conquista da Libertadores da América, pós ressaca do vexame no Mundial.

O evento parecia, porém, mais palanque para sua ‘chefe’, que concorre, de olho na presidência, ao Conselho Deliberativo.

Maurício Galliote, justificou dizendo que ‘os jogadores mereciam’.

Alegou, ainda, que os convidados estavam testados, previamente.

Os efeitos desse tipo de iniciativa ultrapassam a questão, pura a simples, da possibilidade in loco de contágio.

Qualquer pessoa, apesar de ter realizado exames prévios, poderia contrair o vírus no segundo seguinte, repassando a milhões de pessoas, no contexto multiplicador gerado pelo convívio social.

Ou seja, um infectado que estivesse na festança poderia gerar uma onda desastrosa de doença com possibilidade de viabilizar a morte de alguém.

O que não foi observado no discurso de Galliote é o exemplo que a iniciativa poderia gerar não apenas no torcedor palmeirense, mas em toda a sociedade, principalmente aos que procuram desculpas para desrespeitar o distanciamento social.

Há tempos, por razões diversas, o Palmeiras tem o presidente que não merece.

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