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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Assumir nossos erros exige muita coragem em um mundo que parece feito de pessoas que sempre ganham todas… Assumir nossa ignorância exige muita humildade nesse mundo de quem sabe tudo”

Roberto Shinyashiki – é um psiquiatra e empresário brasileiro

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O retorno ao cargo de presidente SAFESP após estar “licenciado”

Reassumindo a presidência da qual na prática nunca se afastou, o renomado jurisconsulto Aurélio Sant’Anna Martins através site da entidade, e, envio de mensagem Whatsapp, pede aos árbitros em debito com a anuidade 2020 para que a quite, declarando que o caixa SAFESP está a perigo;

Explicitando

Ter sido incapaz quando enviou carta para FPF discordando que a federação depositasse para o SAFESP os valores das taxas alusivos ao trabalho dos árbitros;

Ajuste

Que revertia para o cofre da entidade dos árbitros, valor suficiente para sanar as obrigações mensais.

Tenho

Informação que no meio do mês de Dezembro 2019, procurados por Carlos Donizete Pianosqui (diretor- tesoureiro da gestão Arthur Alves Junior) os associados Sidney Esteves, Benedito Martinho de Oliveira e outros, concordaram em abrir mão dos valores das taxas referente suas escalas, em troca da quitação da anuidade 2020, vez que, este proceder cobriria obrigações com funcionárias e algumas despesas.

Sou

Convicto que a aptidão administrativa do presidente SAFESP condiz com sua elevada ambição de ocupar espaços que satisfaçam seu ego.

Acabando

Nobre jurisconsulto!

1º – Como estão as possíveis negociações da contratação do ex-árbitro Rodrigo Braghetto para gerir a entidade?

2º – Não te esqueças de contratar escritório de auditoria que não tenha ligações diretas contigo e diretoria, objetivando avaliar as condições administrativo/financeira que Arthur recebeu do antecessor;

Idem

Da administração Arthur Alves Junior/Leonardo Schiavo Pedaline para sua.

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Correção

Reavendo meu comentário alusivo a refrega Ceará 1 x 1 São Paulo, ocorrida no dia 25/11, atinente a 16ª Rodada da Serie A do Brasileirão 2020, arbitrada por Wagner do Nascimento Magalhães (FIFA-RJ); sobretudo, no  lance do indevido apoiar ao assistente 01: Silbert Faria Sisquim no momento que sinalizou a posição de impedimento do atacante são-paulino Pablo que houvera mandado a bola profundo da rede,

VAR

Consultado, respondeu lance legal;

Bola

No centro no centro do campo, arbitro apitou, contenda reiniciada,

VAR

Se arrepende, comunica ao assoprador que o lance foi legal;

De

Pronto o assoprador FIFA determina  cobrança do inexistente impedimento do atacante tricolor, externando  desconhecer a mudança da regra ocorrida por volta de três anteriores anos, determinando que; a posição de impedimento de um atleta, passa a ser legal, quando a redonda lhe chega após ter resvalado no corpo do oponente que tentou rechaça-la.

Conclusão

Não transportando corretamente o que diz a lei do jogo, ERREI.

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Continuação da 23ª Rodada da Série A do Brasileirão 2020

Sábado 28/11

Santos 4 x 2 Sport

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

VAR

Braulio da Silva Machado (FIFA-SC)

Item Técnico

Trabalho normal dos representantes das lei s do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores santista e 03 para defensores do Leão da Ilha

Bahia 1 x 3 São Paulo

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

Com Placar de 0 x0, deixou de marcar a penalidade máxima do goleiro são-paulino Volpi, no instante que, sem intenção, atingiu o oponente Emando;

VAR

Chamou, Vuaden foi ao monitor, voltou apontado tiro de canto

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do São Paulo

Inicio da 24ª Rodada do Brasileirão 2020 – Quarta Feira 02/12

Fortaleza 0 x 0 Corinthians

Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC)

VAR

Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)

Item Técnico

Deixou de marcar claríssima penalidade máxima favorável ao Corinthians, no momento que Gabriel foi atingido por seu oponente Felipe, somado a omissão do VAR.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores da equipe mandante e 02 para equipe visitante.

Cartão Vermelho: Correto para Jô atacante corintiano no instante que tentou agredir um dos oponentes; o mesmo: referente à expulsão do atleta Bruno do Fortaleza, no minuto que deu soco no rosto do corintiano Xavier.

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Política

Um governo cruel

 

O governo federal é a expressão viva da indiferença e da falta da sensibilidade que marca a triste passagem de Jair Bolsonaro pela Presidência

Comandado por um presidente que tem evidente dificuldade para demonstrar empatia autêntica por qualquer um que não leve seu sobrenome, o governo federal é a expressão viva da indiferença que marca a triste passagem de Jair Bolsonaro pelo poder. A ministros sem currículo e sem o mínimo cabedal para as nobres tarefas que lhes foram concedidas pela irresponsabilidade bolsonarista, só resta empenhar-se em agradar ao chefe – e o fazem emulando fielmente a truculência tão característica de Bolsonaro.

Tome-se o exemplo do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Como se fosse titular do Ministério da Doença, o sr. Pazuello, inspirado no presidente, parece trabalhar em favor do coronavírus, facilitando-lhe a dispersão entre os brasileiros e agravando a pandemia. Na quarta-feira passada, contra todas as evidências, o ministro disse que a recém-encerrada campanha eleitoral, com suas aglomerações, “não trouxe nenhum tipo de incremento ou aumento de contaminação”, razão pela qual “não podemos mais falar em lockdown nem nada”.

Ora, o que aconteceu, segundo as informações disponíveis, foi o exato oposto. Tanto é assim que vários governos decidiram reforçar algumas das restrições que haviam sido abrandadas. Ao desestimular o isolamento social e fazer crer que as contaminações estão diminuindo, o ministro semeia confusão e colabora para desmoralizar os esforços de quem demonstra preocupação com o vírus.

Enquanto isso, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, a propósito das recomendações para os brasileiros nas festas de fim de ano, menosprezou o isolamento social, pois segundo ele “não tem eficácia”, malgrado seja preconizado pela comunidade científica mundial para reduzir a pandemia. Já em caso de suspeita de contaminação, Élcio Franco defendeu o “tratamento precoce”, que não existe senão no discurso dos xamãs bolsonaristas.

Sabe-se lá quantos brasileiros mais ficarão doentes, correndo risco de morte, como resultado do conflito de mensagens estimulado pelo governo. Para os propósitos de Bolsonaro, como se sabe, isso não tem a menor importância, já que, em suas inolvidáveis palavras, “todos vamos morrer um dia”. A única coisa que importa é livrar-se da responsabilidade pelas consequências da pandemia.

Assim, não surpreende que o governo tenha demorado tanto para formular um plano de vacinação e, também, que esse plano, afinal apresentado na terça-feira passada, seja tão aquém do necessário. A vacinação não somente se estenderá por um ano ou talvez até mais, como será destinada a uma parcela muito pequena da população.

Sem jamais ter sido prioridade do governo – ao contrário, o próprio presidente disse e repetiu em voz alta que a vacinação não seria obrigatória, como se a vacina fosse uma aspirina que se escolhe tomar ou não –, a imunização dos brasileiros contra o coronavírus entrará para a já extensa e variada lista das obrigações que Bolsonaro, como presidente da República, está deixando de cumprir. E neste caso colocando em risco a saúde de todos.

À inépcia junta-se o autoritarismo explícito, única promessa de campanha que Bolsonaro cumpre à risca. Uma portaria do Ministério da Educação publicada na quarta-feira determinava o retorno às aulas presenciais nas universidades federais e nas faculdades particulares a partir de janeiro. De uma tacada só, a ordem violava a autonomia universitária e, sem qualquer consulta aos gestores universitários, atropelava os esforços para reduzir o contágio entre estudantes e professores.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, expressou surpresa com a repercussão negativa. Ou seja, foi simplesmente incapaz de perceber a violência da medida, evidente por si mesma. É, portanto, muito pior do que a simples incompetência: trata-se de um governo sem qualquer sensibilidade, movido exclusivamente pelos delírios bolsonaristas de poder, nos quais o presidente e alguns de seus principais ministros não demonstram compaixão pelos pobres e os doentes.

Com um presidente que é fã declarado de torturadores, quem haverá de se dizer surpreso, afinal?

Editorial do Estadão publicado no dia 04/12/2020

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Finalizando

“O autoritarismo, de qualquer tipo, nunca poderá prosperar porque a alma humana é por natureza livre”

Hideraldo Montenegro: é programador visual, ilustrador e poeta.

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-05/12/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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