Palmeiras manda Luxemburgo para a casa do baralho

Era ‘tão natural quanto a luz do dia’, para citar Charlie Brown Junior, o previsível fracasso de um ultrapassadíssimo V(W)anderlei(y) Luxemburgo no comando do Palmeiras.
A demissão, concretizada ontem, somente não ocorreu antes pela ilusão proporcionada, a todos os clubes brasileiros, quando vencem os cada vez mais irrelevantes torneios estaduais.
Luxa, em rede social, ao se despedir do clube, teve a cara de pau de citar a conquista da ‘Florida Cup’, ‘torneio’ amistoso disputado quase sem regras nos EUA.
Não se sabe se por malandragem ou autoengano.
Enquanto isso, a mandatária, de fato, do Palmeiras, postava outra foto posada em rede social, fazendo beicinho de tristeza, apesar de ser absolutamente culpada por todas as decisões importantes do departamento de futebol, manipuladora que é das cordas do invertebrado presidente.
A Luxemburgo, se não encontrar outro trouxa que o contrate pelo caminho, sempre haverá portas abertas para comentar em redes de tv – o perfil dele não é pior do que muitos que estão no ar – porque, se voltar para a casa do baralho, diante da notória falta de talento para a jogatina (comprovada pelas ações de cobrança promovidas pelos Cassinos que frequentou), corre o risco de perder toda a fortuna conquistada na China, de onde, dizem, precisou sair às pressas após ser flagrado em eventos complicados.

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