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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Onde me devo abster da moral, deixo de ter poder”

Johann Goethe: foi polímata, autor e estadista alemão do Sacro Império Romano-Germânico que também fez incursões pelo campo da ciência natural

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Comprovações da presidência SAFESP que nutrem minhas dúvidas

No dia 13/01/2020, Aurélio Santa Anna Martins orgulhoso jurista e presidente da entidade representativa dos árbitros de futebol do estado de São Paulo, através Delegacia Eletrônica, conforme B.O. 989123/2020 do dia 21/01/2020;

Denunciou

A invasão do sistema informático da entidade, marcando Marcelo Marçal na condição de causador

Seguramente

Desde o lançamento de sua vitoriosa candidatura à presidência do SAFESP, Aurélio Santa Anna Martins pretendia disputar cargo politico na eleição da cidade de Jacareí, situada no Vale do Paraíba;

Para

Cumprir com o inserido nos preceitos da justiça eleitoral, Aurélio teve seu pedido de licença do cargo de presidente SAFESP atendido:

Comprovante

NO

Final da representação do dia 19/07 que ampara o seguir do fincado no B.O. 989123/2020 do dia 21/01/2020; segundo cópia abaixo, tem a assinatura do presidente SAFESP “licenciado”

Presumo

Que as cópias provam que Aurélio Santa Anna Martins na prática,

Agride

A justiça eleitoral por continuar presidente do SAFESP

Constatação

Referente participação da Regildenia no futebol profissional

São Caetano 4 x 3 São Bernardo

Findando

Associado SAFESP! Busque o MP estadual solicitando apuramento nesta e nas quatro anteriores administrações da vossa entidade.

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3ª e 4ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2020

Sábado 15/08/20

Grêmio 0 x 0 Corinthians

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)

Item Técnico

No principal lance da contenda,

Atacante

Gremista Diego Souza foi derrubado pelo corintiano Michel Macedo;

Em

Cima do fato, no ato: assoprador de apito nada marcou,

VAR

Corretamente deu alerta para boto rever o lance,

Após

Tê-lo feito, apontou corretamente a marcada cal,

Diego Souza

Bateu pra fora

Observação

Inadmissível que Bruno Arleu de Araújo tenha se escorado no VAR para marcar a penalidade,

Vez que

Dever ser sabedor que neste tipo de lance, não se pode piscar os olhos.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para gremistas e 03 para corintianos

Cartão Vermelho: Correto por excessos reclamatórios do técnico corintiano Tiago Retzlaff Nunes

Palmeiras 1 x 1 Goiás

Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)

Desta refrega

Assisti o teipe da espantosa e inexistente falta apontada pelo árbitro que pós-cobrança resultou no gol de empate da equipe goianiense.

Explico

Quando da disputa pela bola, Vitor Andrade atacante do Goiás adiantou a redonda, vendo o aproximar do palmeirense Patrick de Paula,

Malandramente

Vitor Andrade lança seu corpo a frene, aproveita e toca seu é no pé direito na perna do palmeirense;

Boto-branco

Estava de frente pro lance, mesmo assim: entrou no barulho do atacante.

Conclusão

Prejudicou a equipe palmeirense

Domingo 16/08

Vasco 2 x 1 São Paulo

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

VAR

Elmo Alves Resende Cunha (GO)

Item Técnico

Placar apontava Vasco 2 x 0, atacante são-paulino cruzou a bola pra dentro da área adversaria,

No

Trajeto o vascaíno Andrew estica o braço desviando a bola

VAR

Consultado, pênalti confirmado e batido por Reinaldo; goleiro adiantou e defendeu;

Julgador

Mandou voltar, Reinaldo bateu, bola entrou.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do Vasco e 06 para defensores do São Paulo.

4ª Rodada – Quarta Feira 19/08

Corinthians 3 x 1 Coritiba

Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC)

VAR

Marcelo de Lima Henrique

Item Técnico

Errou e feio por ter marcado penalidade máxima favorável ao Corinthians quando da disputa normal pela bola entre o defensor coritibano Patrick e seu oponente Léo Natel;

Penalidade

Batida por Jô, defendida pelo goleiro;

VAR

Cumprindo sua função observou milimétrica adiantada do goleiro,

Boto-branco

Determinou nova cobrança, Jô bateu, goleiro defendeu, jogo seguiu.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos e 01 para visitantes

Cartão Vermelho: Correto Yan Medeiros Sasse defensor do Coritiba, por ter desferido violenta cotovelada no rosto do corintiano Ângelo Araos.

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Nove de Julho da Casa Verde

Fundado no dia 09 de Julho de 1954

Sede

Rua Doutor Sebastião de Lima, 352, Casa Verde, zona norte de São Paulo

Uniforme

Camisa, calção e meias vermelhas com detalhes em preto e branco

HISTÓRIA

É um time de várzea do bairro Casa Verde Alta, zona norte de São Paulo, conhecido como Pitbull,

Avaliado

Um dos times mais fortes do futebol amador paulistano desde 2010, chegando a diversas finais e conquistando títulos importantes como Copa Bozzano e a última versão da Copa Kaiser, em 2014, concluindo tempo normal de jogo: empate 1 x 1;

Vencendo

O então campeão Leões da Geolância da Vila Medeiros por 4 a 3 nos pênaltis.

Origem do nome

Existem duas versões:

1ª – Alusiva a um grupo de amigos que frequentava um bar do bairro e que resolveu criar o time para jogar no feriado mais próximo, que seria o do dia 9 de julho;

2ª – Referente à provável homenagem ao aniversário de Sueli, filha do criador e ex-presidente do time, Severino Pereira da Silva, conhecido como Pernambuco, principal criador da agremiação;

Unido

Com Virgílio, Isidoro Suíta (a sede do time chegou a ser na casa dele), Arlindo, João Brico e Salvador Rúbio.

Cores

Segundo relatado por Teixeira, o mais antigo dos seus integrantes, as cores e o distintivo do time foram escolhidos porque Pernambuco, o fundador, era torcedor fanático do Santa Cruz Futebol Clube, de Recife;

Reforçando

O escudo do Nove de Julho da Casa Verde é semelhante ao do time pernambucano, incluindo as cores vermelha preta e branca.

Conquistas

Campeão da Copa Bozzano, em 2015 no estádio do Juventus, na Javari, Zona Leste da cidade de São Paulo;

Estrelas do Escudo

Atualmente o escudo carrega sete estrelas, sendo seis amarelas e uma vermelha em tamanho maior sobre as demais;

As seis amarelas

Representam os títulos da XVIII Copa Vitor Sapienza 2004, Troféu FEMSA de melhor torcida, Copa Jaú, X Copa Geavi 2004, Copa Noroeste e Copa Sete de Setembro;

A

Estrela vermelha destaca o título dos Jogos da Cidade, representa o título da Copa Kaiser.

Presentemente

O emblema Pit Bull representa agarra dos integrantes da diretoria, jogadores e centenas de torcedores

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Aviso

Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, ou no whatsapp (11) 98402-3121, deixando número do celular para que eu possa dar retorno (lembrando que não se trata de matéria paga como ocorre noutros locais), ou seja, nada será cobrado, mas sim de conteúdo jornalístico com intenção de imortalizar a rica história das agremiações.

Aviso nº 2

Não deixe de assistir, ao final da Coluna, a versão em vídeo de meus comentários, detalhando assuntos aqui tratados e abordando outros não inseridos na versão escrita.

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Política

Sorte, a fada madrinha do subtenente PM Queiroz

 

Quantos viveram na periferia do Rio, foram ao STF e ganharam habeas corpus?

O mineiro Fabrício Queiroz não dispõe de uma moeda número um do Tio Patinhas, não nasceu em berço de ouro nem pertence à seleta casta dos gatunos da politicagem e da burocracia. Nem do foro privilegiado, que evita penas. Sua sorte foi cruzar com o capitão Jair Bolsonaro na Brigada dos Paraquedistas da Vila Militar do Exército, no Rio de Janeiro. Não pode ser acusado de calculista: em 1984 nada prenunciava o futuro poder político do amigo, cuja carreira militar seria interrompida quatro anos depois. Mesmo tendo sido absolvido por nove a quatro pelo Superior Tribunal Militar (STM) da acusação de terrorismo por ter planejado atentados a bomba contra quartéis e a adutora do rio Guandu. O deslize levou o general Leônidas Pires Gonçalves a proibi-lo de continuar cursando a Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (Esao) e isso o impediu de ser promovido a major. E inspirou o ex-presidente Ernesto Geisel a chamá-lo de “mau militar”, que “desejava um golpe”, em depoimento publicado em livro organizado por Maria Celina d’Araújo e Celso Castro, da Fundação Getúlio Vargas, em 1993.

Então o capitão se aventurava por um campo que seria mais profícuo para seu amigo do que a PM do Rio de Janeiro: a política. Em artigo assinado na revista Veja em 1986, O salário está baixo, reivindicando melhora do próprio soldo, Jair Bolsonaro deu o pontapé inicial no jogo sujo da velha política. Da vereança no Rio, herdada pela ex-mulher Rogéria Braga e pelo segundo filho, Carlos, então com 17 anos, iria para a Câmara dos Deputados, onde militou no baixíssimo clero por 28 anos até ludibriar a opinião pública e chegar à Presidência da República, montado em antipetismo, combate à corrupção, à criminalidade e aos privilégios de parlamentares e executivos da máquina pública, bandeiras abandonadas para voltar ao cômodo abrigo do foro para ele e os três filhos adultos, garantido pelos privilégios da casta que sufoca o País.

Assim, Queiroz foi premiado com um bom lugar à sombra, definido pelo ex-aliado Major Olímpio (PSL-SP) como “gerente financeiro” da famiglia presidencial. A concessão do habeas corpus desautorizando a ordem do ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, incorporou esse “ofício” de aderente do clã do mais poderoso da hora. Para desautorizar o relator do STJ o eterno prevento do STF pretextou falta de contemporaneidade em suas tentativas de destruir provas e ameaçar testemunhas, denunciadas pelo Ministério Público (MP) do Rio. E desprezou a mesma exigência, feita por Fischer, para atestados médicos idôneos de sua condição de enfermo, que se jactava de festinhas no falso escritório de advocacia de Frederick Wassef, então advogado do primogênito do capitão paraquedista. Além de ter sido flagrado com uma lata de cerveja na varanda do apartamento que lhe serve de prisão. O foro de aderente explica acesso e sucesso do pedido de um suspeito cuja classe social não predomina nas estatísticas dos requisitantes de habeas corpus no “pretório excelso”. E estende-se à mulher, que, foragida, só voltou para casa após a benemérita prisão domiciliar com tornozeleira concedida pelo presidente do STJ, João Otávio Noronha, notório pretendente à quarta vaga das duas que serão preenchidas pelo presidente de plantão.

Talvez ela não se deva à facilitação da fidelidade do acusado pelo MP do Rio de operar esquema de peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa do “chefão” desta, Flávio Bolsonaro. Mas a uma guerra que Mendes iniciou quando o ex-juiz da Operação Lava Jato, Sergio Moro, ousou condenar tucanos. O inimigo mortal do latrocínio socialista tornou-se, então, feroz detrator dos “lavajatistas”, termo cunhado por Augusto Aras, o mais recente oficial do exército que, no comando dos três Poderes da República, labuta na tarefa de permitir um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2022 entre Bolsonaro e Lula, sem Moro.

A reputação deste sobreviveu ao conta-gotas ácido do site The Intercept Brasil e aos petardos do “gabinete do ódio” instalado a 30 metros do escritório do presidente. Mas agora a munição do paredão aguarda uso no paiol do STF, sob vigilância de Toffoli, Lewandowski e Mendes. Caso falhe a eventualidade de condenar a parcialidade de Moro, que poderá abrir caminho para a licença para Lula disputar o pleito pessoalmente ou por prepostos, prepara-se no Congresso, sob as bênçãos de Alcolumbre e Maia e o medo de punição da caterva de Centrão, PT e outros pretendentes ao tiro de misericórdia, a quarentena de oito anos para juízes e procuradores disputarem eleições. O detalhe da desfaçatez é ser esse prazo idêntico ao dado a bandidos condenados.

A volta de Bolsonaro ao Centrão, criado por Eduardo Cunha para depor Dilma, consagra-se na escolha de Ricardo Barros, ex-líder de Fernando Henrique, ex-vice-líder de Lula e Dilma e ex-ministro (da “Saúde”) de Temer, embaixador da caridade bolsonarista à mágica e trágica Beirute. Na escolha pesou sua militância declarada pela impunidade sabuja.

José Nêumanne: Jornalista, Poeta e Escritor – Publicado no Estadão do dia 19/08/2020

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Finalizando

“Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento”

Philip Chesterfield: 4.º Conde de Chesterfield foi um político e escritor inglês.

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-22/08/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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