Jô segue dando lucro à cartolagem do Corinthians

Ao recontratar o jogador Jô, pela enésima vez, o Corinthians, mais do que na parte esportiva, pensou no favorecimento dos agentes que, há anos, associaram-se ao presidente.

Kia Joorabchian é o empresário envolvido no negócio.

Somente dessa maneira um clube com situação financeira caótica, em meio a uma pandemia, aceitaria firmar contrato de três anos com um atleta de 33, pagando-lhe o teto salarial da agremiação.

Jô receberá, até dezembro (curiosamente o término da gestão Andres Sanches), R$ 350 mil mensais.

Depois, o salário será ampliado à R$ 550 mil, com o pepino jogado nas mãos dos novos dirigentes.

Não se trata aqui de discutir se o atacante merece ou não o vencimento, mas de constatar a incapacidade do Corinthians honrar com o compromisso, sem possibilidade alguma, como ocorreu das outras vezes, de negociar o atleta que, aos 36 anos, estará fora do foco de qualquer mercado relevante.

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