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Limites de mentiras e irresponsabilidades são ultrapassados no futebol do Corinthians

Duilio ‘do Bingo’, Andres Sanches, Mario Gobbi e Roberto Andrade, dirigentes que ‘cuidaram’ do futebol do Corinthians nos últimos treze anos

Há pouco mais de um mês, Andres Sanches, presidente do Corinthians, numa dessas ‘lives’ com seus associados da imprensa, garantiu que para manter pagando os jogadores sem atrasos salariais, de comum acordo com eles, reduziria os vencimentos de todos em 25%.

Era uma lorota.

Desde ontem, sabe-se que os atletas estão há três meses sem receber o previsto em CLT, além dos Direitos de Imagem (a parte maior da retirada).

Mas a situação trabalhista é bem pior.

Há mais de um ano e meio o Timão não deposita o FGTS dos jogadores.

Outra mentira contada nesse período foi a de que o dinheiro adiantado da transação de Pedrinho (outro lance suspeito da diretoria alvinegra, realizado em banco de paraíso fiscal), serviria para amenizar as dívidas de curto prazo, apontadas em balanço.

Trata-se de impossibilidade evidente.

Primeiro porque muito pouco desse dinheiro ingressará nos caixas do Corinthians, ‘pedagiado’ que será entre os intermediários da transação, que são, coincidentemente, os mesmos do adiantamento; depois pelo fato de que o dinheiro devido aos atletas não está listado (excetuando-se parte dos direitos de imagem) no balanço, que sequer foi ainda votado em Conselho.

As mentiras e os prazos citados colocaram o Timão em risco de perder qualquer jogador de seu elenco, sem um centavo de reparação.

100% deles.

Para que isso não ocorra, novo acerto, com os empresários de sempre, deverá ocorrer, podendo onerar ainda mais as despesas do clube ou, simplesmente, amarrá-lo a novos favores com os notórios parceiros comerciais do presidente.

É o caos absoluto, sem que exista qualquer perspectiva de melhora, ainda mais diante de dívidas atreladas ao estádio de Itaquera, impossíveis de serem quitadas, seja qual for o acordo que possa vir a ser alinhavado com a CAIXA.

No atual contexto, se o banco aceitasse receber R$ 1 de mensalidade, correria sério risco de calote.

Há tempos o caixa do Corinthians não sabe o que é ter dinheiro disponível.

Não é o caso de seus dirigentes, que há treze anos, desde que tomaram o poder no Parque São Jorge, ostentam grande evolução patrimonial, apesar de servirem ao clube (ou dele se servirem), oficialmente, de maneira ‘voluntária’.

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1 comentário em “Limites de mentiras e irresponsabilidades são ultrapassados no futebol do Corinthians”

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