
Nos últimos dias, segundo fonte ligada às partes, o presidente do Corinthians, Andres Sanches, manteve conversas com o empresário Paulo Garcia, dono da Kalunga e irmão do agente de jogadores Fernando Garcia, objetivando ‘acerto’ para a votação das contas de sua gestão, com data ainda a ser estipulada pelo Conselho Deliberativo.
Nada ficou definido.
Garcia estaria insistindo em condicionar a ingerência sobre seu grupo ao apoio de Sanches à sua pretensão de ser mandatário alvinegro.
Mas não só dele.
A exigência é a de que o grupo ‘Renovação e Transparência’, sob argumentação da necessidade de unir forças pelo clube, referende o nome do empresário publicamente, evitando ou minimizando possíveis dissidências.
Na composição de chapa, teriamos Paulo Garcia ‘na cabeça’, Jorge Kalil ou André Negão na 1ª vice-presidência (pela Renovação e Transparência) e alguém do grupo do empresário na 2ª vice-presidência.
Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, citado como provável nome a ser lançado por Andres à disputa pelo poder, não seria aceito pelo dono da Kalunga.
Publicamente, em recente ‘live’, o coordenador de campanha do empresário, Fran Papaiordanou, garantiu que votaria contra as contas de Sanches, mas não afirmou, categoricamente, que o restante do grupo acompanharia esse entendimento.
Correligionários de Garcia – alguns deles, tentam demovê-lo da possibilidade de qualquer acordo político pelas contas, lembrando-o que outros acertos ocorreram no passado e nem sempre foram honrados pelo atual presidente do Corinthians.
OUTRO LADO
O empresário Paulo Garcia entrou em contado com o blog e enviou a seguinte resposta:
“Essa matéria não faz sentido algum, não tenho tido contato com ninguém do clube há mais de 70 dias, inclusive com Andrés”