Candidatura de Andres Sanches à presidência do Corinthians divide opiniões em seu próprio grupo

É dado como certo que o deputado federal Andres Sanches (PT), se não impedido pela “Operação Lava-Jato” ou pelas ações criminais, próximas de definições, que tramitam contra ele no STF, será o candidato do grupo situacionista “Renovação e Transparência” à presidência do Corinthians.

Intramuros, porém, a situação não é tão confortável.

Existe uma divisão entre pessoas próximas a Sanches, que acreditam na possibilidade dele perder o suposto prestígio adquirido no esporte, nos últimos anos, diante da possibilidade, concreta, de derrota nas urnas, e os que, por conta de desespero, enxergam na candidatura do parlamentar a tábua de salvação para a própria subsistência.

Entrevistas recentes do vice-presidente do Corinthians, André Negão, braço direito do parlamentar, que em duas oportunidades, ao menos, reivindicou ser a “sua vez” de concorrer, fazem parte de manobra da primeira corrente.

Do outro lado estão os que sobrevivem do clube, sem alternativa de sequencia comercial noutros candidatos que se apresentam, menos ainda de colocação imediata no mercado, diante da ausência de currículo, além da má-fama, perpetuada em reportagens publicadas, nos últimos anos, em portais sérios de internet.

Por fim, existem também os oportunistas, que, seja qual for a composição, lutam para ter espaço.

Entre os quais o Dr. Jorge Kalil, que almeja a vice-presidência com Andres Sanches, mas não ficaria insatisfeito em se apresentar como alternativa à presidência às costas de André Negão.

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