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Cabrini, Bolsonaro e a irresponsabilidade mortal

Assim como ocorre com o senador Jorge Kajuru, o jornalista Roberto Cabrini possui fama de ser o que nunca foi, porque, na frente das câmeras, comunica-se com habilidade.

Nos bastidores, da vida e da profissão, aprontaram o Diabo.

Kajuru aderiu, publicamente, à defesa dos interesses dos milicianos do Planalto desde a campanha às eleições presidenciais.

Foi agraciado, pós posse, com uma rádio em Goiânia.

Pouco antes de chegar ao Senado, Kajuru tentou aproximação com Marconi Perillo, a quem acusa de ter estuprado sua ex-esposa, mas foi rechaçado.

Ontem (21), foi a vez de Cabrini ajoelhar-se.

Sob o manto de um discurso moralista, o jornalista distorceu fatos da pandemia, incitando a população a descumprir a quarentena.

Quantos não comprarão como verdade?

Bastará um destes se infectar para que o coronavírus se espalhe, ainda mais, na população.

Não há contrapartida que justifique o peso das mortes que Cabrini, assim como Bolsonaro, poderá carregar em suas costas por conta de tamanha irresponsabilidade.

 

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