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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A máscara dos traiçoeiros cai perante a verdade. Mas o rosto dos leais brilham como o sol da justiça!”

Samuel Ranner – Pensador

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SAFESP assume que entidade e associados federados, financeiramente, dependem da FPF

Segundo pedido de ajuda financeira aos árbitros protocolado na FPF por Aurelio Sant Anna Martins presidente da entidade representativa dos árbitros de futebol do estado de São Paulo, a paralização dos campeonatos, sem data para reinicio,

Objetivando

Cumprir determinação do governo do estado para evitar a transmissão do conoravirus, provavelmente acarretará prejuízo para maioria dos árbitros;

Sendo casado

Ele e família passarão por dificuldades para viver

Contrapondo

A direção da FPF conduzida por Reinaldo Carneiro Bastos, através da ex-árbitra e presidente da CA-FPF, Ana Paula de Oliveira, asseverou no oficio resposta que não acatara o pedido;

Vez que

Legalmente o árbitro é independente e prestador de serviço sem vinculo empregatício; assim sendo:

Quando escalado

Comparecendo no local, cumprido a função, ganha, não sendo ou não cumprindo, não recebe.

No meu tempo

No momento da inscrição para exercer a atividade tínhamos que apresentar documentação comprovando ter ocupação,

Através

Apresentação da carteira de trabalho com registro do empregador, carteira de autônomo ou carta comprovando tê-la,

Mesmo assim

Poucos trapaceavam

Sintetizando

Na abertura do site SAFESP datado em 01/04/2020 com o titulo: FPF nega ajuda financeira aos árbitros na pandemia;

Aurelio Sant Anna Martins expõe:

“Apesar de todos os jogos e competições estarem suspensos, a federação mantém uma rotina de atividades e exigências para com os árbitros, como manter o treinamento físico, estudo das regras e reuniões psicológicas por meio online. Ou seja, os árbitros ainda continuam trabalhando”

Inverdade

Dita pelo presidente do SAFESP é fundamenta na ocasião da inscrição e declaração do árbitro de abdicar dos seus direitos, conforme testemunho de dois outros confrades,

Quanto

Nos convites da FPF aos árbitros que queiram participar dos eventos; como exemplo o abaixo:

Por este e outros desacertos

Tivessem elegido o candidato Renato Canadinho, certamente, o procedimento dele seria educado e ilustrativo quanto às necessidades dos árbitros do escalão inferior.

Como exemplo

Na condição de presidente da Associação de Árbitros de Piracicaba e Região (AAPR) Renato Canadinho destinou parte do lucro do caixa da entidade para ser desmembrado aos associados

Referente aos árbitros federados

Cito a correta atitude do árbitro Anderson Daronco integrante FIFA do estado Rio Grande do Sul, por ter enfrentado o sindicato local na defesa dos árbitros das divisões de baixo.

Abomino

Os elogios derivados do árbitro Rafael Claus aos dirigentes da CBF e FPF, também, para Marco Polo Del Nero fugitivo e procurado pelo FBI no programa Jogo Aberto do dia 02/04/2020.

Rematando

Lembro que na época eleitoral, o Ilustrado jurista e presidente do SAFESP garantiu que o caixa SAFESP fora derrocado;

Passado

Três meses de sua posse, tempo aceitável para apurar parte dos possíveis desmandos cometidos por seu antecessor. Se o fez? Publique.

Abusando pergunto

Existindo o caixa zerado, vossa senhoria vai ou não vai renunciar a verba de representatividade avaliada por volta de R$ 7.000,00 mensal?

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Política

A pedra no caminho

Graças a seu comportamento irresponsável, Jair Bolsonaro começa a conquistar um lugar jamais ocupado por um presidente brasileiro, o de vilão internacional

O presidente Jair Bolsonaro foi reconhecido pela revista norte-americana The Atlantic como “o líder mundial do movimento de negação do coronavírus”. Já a revista britânica The Economist chamou Bolsonaro de “BolsoNero”, numa alusão à lenda de que o imperador Nero tocava harpa enquanto Roma ardia em chamas. E o presidente brasileiro foi o único chefe de Estado citado nominalmente pela The Lancet, uma das principais publicações científicas do mundo, em editorial crítico às respostas de muitos governos à pandemia, especialmente aqueles que “ainda precisam levar a ameaça da covid-19 a sério”.

Assim, Bolsonaro, graças a seu comportamento irresponsável, começa a conquistar um lugar jamais ocupado por um presidente brasileiro – o de vilão internacional. Nem mesmo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, idolatrado por Bolsonaro, persistiu em sua costumeira arrogância diante do avanço dramático da epidemia, rendendo-se à necessidade de prorrogar o isolamento social, mesmo ante o colossal custo econômico dessa medida.

Aparentemente, contudo, Bolsonaro não se importa de ser visto como pária. Ao contrário: decerto feliz com a notoriedade global subitamente adquirida, na presunção de que isso lhe trará votos, insiste em desafiar abertamente as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), adotadas pelo Ministério da Saúde e por governadores e prefeitos de quase todo o Brasil. No domingo passado, o presidente passeou por Brasília, visitando zonas comerciais, pedindo que a vida volte ao normal e cumprimentando simpatizantes que se aglomeravam em torno dele – escarnecendo, assim, de reiteradas recomendações de seu próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Como se isso não bastasse, Bolsonaro ainda postou em sua conta oficial no Twitter vídeos e imagens que atestavam sua descarada irresponsabilidade. Ao fazê-lo, conseguiu outra proeza: tornou-se o primeiro presidente brasileiro a ter postagens suspensas pelo Twitter, por negar ou distorcer orientações das autoridades sanitárias na luta contra uma epidemia. O Twitter, aparentemente disposto a conter o vírus da desinformação, já havia feito o mesmo em relação a postagens do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente, e do chanceler Ernesto Araújo.

O temerário passeio de Bolsonaro por Brasília – apenas um dia depois de o ministro Mandetta ter enfatizado a necessidade do rígido isolamento social, pois, do contrário, “vai faltar atendimento para rico e para pobre” – demarcou definitivamente a fronteira que separa o presidente do resto do mundo civilizado. Bolsonaro hoje só governa o território habitado por seus fanáticos devotos.

Nesse país de valentões, em que a ciência e a razão são tratadas como inimigas, o presidente diz que “é preciso enfrentar o vírus como homem, pô, e não como moleque” – e, no léxico bolsonarista, “moleque” é quem defende quarentena contra a epidemia, para salvar vidas e evitar o colapso do sistema de saúde. Já “homem” é ele, o presidente, que repta o bom senso e escancara sua demagogia ao cogitar de acabar com o isolamento social por decreto: “Estou com vontade, eu tenho como fazer, estou com vontade: baixar um decreto amanhã” para permitir a volta ao trabalho de quem precisa “levar o leite dos seus filhos, arroz e feijão para casa” – ou seja, todo mundo. Se milhares de pessoas morrerem por falta de atendimento médico em decorrência dessa irresponsabilidade, “paciência”, disse o presidente, pois, afinal, “um dia todos vamos morrer”.

Não à toa, o governador de São Paulo, João Doria, pediu aos paulistas que ignorem Bolsonaro: “Não sigam as orientações do presidente, ele não orienta corretamente a população e, lamentavelmente, não lidera o Brasil no combate ao coronavírus e na preservação da vida”. Já o ministro Mandetta, desautorizado tão escandalosamente pelo presidente da República, pediu paciência à sua humilhada equipe e, conforme apurou a jornalista Eliane Cantanhêde, do Estado, citou para seus comandados o poema No Meio do Caminho, de Drummond – aquele do verso “No meio do caminho tinha uma pedra”.

Opinião do Estadão publicada no dia 31/03/2020

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Finalizando

“Bolsonaro, família, alguns ministros e fanáticos, junto aos pastores desavergonhados que ficaram milionários vendendo o inserido no livro maior do cristianismo estão iludindo parte expressiva de nossa gente”

Euclydes Zamperetti Fiori

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-04/04/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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