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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes”

Abraham Lincoln: foi presidente dos Estados Unidos da América. Decretou a emancipação dos escravos. Foi considerado um dos inspiradores da moderna democracia tornou-se uma das maiores figuras da história americana. Defendia a causa dos pobres e humildes.

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Desrespeito à lei e estatuto

Repetindo a não convocação e publicação da Assembleia Geral no ano 2020 objetivando avaliar contas ano 2019 somado a previsão para 2021, Aurélio Sant’Anna Martins presidente do SAFESP e instruído jurisconsulto (só perde para o falecido Rui Barbosa), findado o mês de abril 2021 perdeu o prazo com os mesmos propósitos atinente ano 2020.

Conclusão

Acorde árbitro descomprometido com a reinante e repugnante politicagem existente no SAFESP/FPF.

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Domingo 25/04 – Série A1 do Paulistão 2021

Santos 0 x 2 Corinthians (referente 8ª Rodada)

Árbitro: Salim Fende Chaves

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Item Técnico

Trabalho aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para santistas e 01 para corintianos

Cartão Vermelho: Correto após segundo amarelo para o santista Wellington

Segunda Feira 26/04

Ponte Preta 0 x 1 Internacional de Limeira (referente 8ª Rodada)

Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos (jovem com 23 anos, 3ª contenda na A1, tendo estreado no jogo Ponte Preta 0 x 1 Santo André dia 04/03)

VAR

José Claudio Rocha Filho

Item Técnico

1º – Deixou de marcar duas faltas claríssimas, uma delas do atleta Rondinelly defensor do Internacional, quando deu tapa no rosto de um dos oponentes, merecedora do cartão amarelo, somado ao anterior findaria no cartão vermelho

2º – aplicou corretamente a lei da vantagem

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para equipe mandante e 01 para visitante

Observação

Deve corrigir o movimentar aproximando-se das disputas próximas das linhas laterais e linhas de fundo, e outras pequenas falhas de fácil correção.

No todo

Trabalho desenvolvido com muita personalidade e discrição, ressaltando a decente indumentária.

Quinta Feira 29/04

Ponte Preta 1 x 2 Mirassol (referente 9ª Rodada)

Árbitro: Vinicius Furlan

VAR

Daiane Caroline Muniz dos Santos

Item Técnico

Placar assinalava Ponte Preta 0 x 1 Mirassol, quando ocorreu escanteio lado direito do goleiro da equipe da casa;

Bem

Posicionado, de frente para os contendores Vinicius Furlan autorizou a cobrança, na descida da bola, Luizão defensor da Ponte Preta subiu com braços acima do normal, bola bateu no esquerdo, assoprador nada marcou, lance seguiu, bola saiu; neste instante,

VAR

Comunicou, ‘boto-branco’ caminhou até o monitor, voltou sinalizando a falta penal, batida por Pedro Lucas, transformada no 2º gol da equipe visitante.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para pontepretanos


Neste sábado 01 de Maio 2021 a diretoria, conselheiros, associados e admiradores da valiosa coletividade União dos Operários F.C. orgulhosamente comemora o Centésimo Quarto Ano de muita luta e dedicação.

Exteriorizo meus sinceros votos de interminável existência a esta honrosa instituição do esporte amador localizado na Rua Juvenal Gomes Coimbra, 64 – Catumbi – São Paulo


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

O milagre da permanência

Bolsonaro cedeu a outras forças políticas o terreno que era seu

Jair Bolsonaro está ganhando fácil a corrida para saber qual ocupante do Palácio do Planalto conseguiu perder mais rápido o capital político conquistado numa eleição direta e plebiscitária. É curioso observar como ele mesmo “trabalhou” para criar um vácuo político imediatamente ocupado.

De fato, nunca o Executivo brasileiro foi tão controlado, contido ou encurralado pelo Judiciário e Legislativo. Têm razão os generais de pijama que cochicham a Bolsonaro que STF e Congresso extrapolaram suas competências. Mas não se trata, como pretendem Bolsonaro e seus seguidores (em diminuição acentuada) de uma “conspiração”.

A principal responsável é a atuação do próprio Bolsonaro e sua extraordinária incompetência política. No momento em que enfrentar a crise da pandemia e suas consequências para a economia demandaria uma altíssima capacidade de liderança, coordenação e foco estratégico, o “centro” do poder está ocupado por uma curiosa aliança tácita, volátil e fluida de juízes e parlamentares.

Bolsonaro tinha uma grande pauta de mudanças e reformas logo que assumiu que hoje se resume em permanecer onde está. Cedeu instrumentos de poder real e efetivo (como o controle do Orçamento) e foi obrigado a respeitar limites de atuação política (estipulados pelo STF) pela mesma razão: não ter visão, capacidade de condução e muito menos entender o que é a política, embora tivesse passado 27 anos no fundo da Câmara dos Deputados.

Ele sabe muito bem, por outro lado, que o jogo dos donos do poder em Brasília obedece aos fatores de longa memória, a saber: compadrio, patrimonialismo, corporativismo, teias de laços pessoais e oligárquicos, acomodação de interesses à custa dos cofres públicos, clientelismo. Nessa rede que se revelou indevassável (que o diga a Lava Jato) Bolsonaro está manietado, pessoal e politicamente.

Sua mais recente “cartada” é jogar o jogo dos donos do poder no Judiciário, por meio das nomeações que terá de fazer para tribunais superiores e na Procuradoria-Geral da República. É ocupar por dentro instâncias decisivas de poder político, como tem sido o Judiciário brasileiro (e o MPF). O caminho é o mesmo que movimentos como o chavismo percorreram, por exemplo, até desfigurar o que existia de democracia (a base disso é a lealdade ao chefe e não à lei ou instituições).

No caso do Brasil o perigo dessa “marcha por dentro das instituições” é muito menor. O chamado “sistema” continua intacto. E, ao contrário de outros “ismos” da nossa história política (varguismo, ou lulismo), o bolsonarismo é um conjunto de propostas e ideias sem definição clara, rumo definido, coordenação eficaz e com escasso domínio dos instrumentos clássicos de poder ou coerção. Bolsonarismo é mais um estado de espírito do que qualquer outra coisa.

Talvez a única “base social” nítida do bolsonarismo seja a ligação de seus expoentes políticos com as denominações políticas e religiosas evangélicas – mas, aqui, cabe lembrar aos seguidores do “mito” (um atributo que está resvalando para o ridículo) que o conjunto de forças evangélicas é fracionado, dividido entre si e alguns de seus principais nomes apoiaram todos os governos anteriores e provavelmente o farão no futuro. Não acham que devam “lealdade” ao presente chefe.

Por último, esse “estado de espírito” bolsonarista – o da polarização, defesa da ignorância, intolerância e boçalidade política geral – está construindo depressa no grande e movediço terreno das atitudes das pessoas um movimento contrário caracterizado por indignação, cansaço, tristeza e falta de esperanças nesse “mito” e, por enquanto, em qualquer outro candidato (o que inclui Lula).

Mas esse candidato surgirá: a demanda foi criada por Bolsonaro, assim como ele mesmo atendeu a uma clara demanda. Segue convencido de ter sido beneficiado por um milagre (sobreviveu à facada) e que só Deus pode tirá-lo de onde o colocou. Ignora-se se as forças diversas do chamado Centrão, às quais Bolsonaro entregou seu futuro político, o fazem por acreditar em desígnios divinos. O fato é que, no momento, acham mais conveniente deixá-lo por lá.

Jornalista William Waack – Publicado no Estadão do dia 29/04/2021

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Finalizando

Não há nada mais relevante para a vida social que a formação do sentimento da justiça.

Ruy Barbosa: foi um polímata brasileiro, tendo se destacado como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-01/05/2021

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