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A verdade sobre a eventual candidatura de Mario Gobbi à presidência do Corinthians

Mario Gobbi, Marco Polo Del Nero, José Maria Marin e Andres Sanches

Há alguns meses, nas últimas semanas com mais intensidade, o delegado Mario Gobbi tem se movimentado em busca de viabilizar sua candidatura à presidência do Corinthians, cargo que, assim como ocorreu com seu ex-aliado, Andres Sanches, jurou não mais almejar.

O principal discurso de seus apoiadores alicerça-se no sucesso do futebol em sua primeira gestão, principalmente a conquista do Mundial de Clubes, em 2012.

Trata-se de colher flores em terreno pantanoso.

Excetuando-se o período em que o Corinthians amargou jejum de 23 anos sem conquistas relevantes, o clube sempre obteve êxito esportivo, ainda que administrado por quem não deveria.

A maior prova é Andres Sanches, que, dia a dia, enriquece seu patrimônio pessoal concomitantemente ao empobrecimento do Timão.

Não é o futebol, portanto, o problema do clube.

Os ‘x’, ‘y’ e ‘z’ da questão são estancar a sangria financeira, combater o balcão de negócios nos departamentos profissional e de base do futebol e viabilizar o pagamento do estádio de Itaquera sem comprometer a formação de elenco relevante para a disputa dos torneios que estão por vir.

Mas como esperar, diante do histórico recente e dos apoiadores atuais – que eram os mesmo de outrora – esse tipo de mudança de Mario Gobbi ?

Quem foi o responsável, com discursos inflamados e reuniões em gabinete do Detran, por viabilizar a candidatura do então inexpressivo Andres Sanches à presidência alvinegra, com direito a encorpa-la em união a jovens advogados que se auto-denominavam ‘obsessivos’, hoje ‘Corinthians Grande’, todos, à época, com problemas de visão e flexibilidade para o péssimo odor gerado pelas ações submundanas que, pós vitória nas urnas, assolaram o Parque São Jorge?

Mario Gobbi.

Quem foi o diretor de futebol de Andres Sanches, responsável pela implementação, por ação ou omissão, de um sistema de promiscuidade com agentes de jogadores que perdura até os dias atuais?

Mario Gobbi.

Como esperar, portanto, que o balcão de negócios no futebol seja combatido?

Quem é o principal apoiador da atual campanha de Mario Gobbi à presidência do Corinthians?

Fernando Alba, que é agente de jogadores e foi seu diretor das categorias de base, afamadas por indícios de falcatruas e imoralidades diversas, desde denúncias de divisão de dinheiro entre agentes e cartolas até a indecente contratação de Adãozinho, com 42 anos, para o Sub-23 alvinegro.

Ele será o diretor de futebol se o delegado retomar a presidência alvinegra.

Falando sobre o assunto ‘recuperação financeira’: quem era o diretor de finanças de Mario Gobbi?

Raul Corrêa da Silva, responsável, segundo seu sucessor, por maquiar balanços financeiros e pela assinatura de quase todos os contratos que viabilizaram o desastroso negócio que envolve a construção do estádio de Itaquera.

Aliás, Gobbi também assinou e, covardemente, abriu mão de administrar o estádio, mesmo estando na presidência, deixando o queijo à merce dos ‘ratos’ Andres Sanches e Luis Paulo Rosenberg, sabedor do que eram capazes de fazer.

Como então acreditar nas promessas de que poderá resolver o problema financeiro da Arena?

Basta pequena passada de olhos na diretoria de Gobbi quando do exercício de sua presidência, iniciada em 2012, para observar a impossibilidade de mudanças em 2020, levando-se em consideração que eram todos apoiadores de Sanches e que a maioria trabalha, neste momento, para retornar, na cola do delegado, ao poder alvinegro.

Rosenberg era o 1º vice-presidente, Roberto Andrade o diretor de futebol, Alba, o de base, Raul Corrêa, de finanças e Alvarenga assessorava, diretamente, o presidente, além de cuidar das questões jurídicas do clube.

Dizer, nesse contexto, que a candidatura de Mario Gobbi é opositora a doutro eventual candidato indicado por Andres Sanches (a quem o delegado detona nos bastidores, mas recusa-se a fazê-lo publicamente) é fazer-se de bobo num submundo marcado pela esperteza.

Andres Sanches, Roberto “da Nova” Andrade e Mario Gobbi
Ximenes, Edu Gaspar e Mario Gobbi
Duílio do Bingo, Andres Sanches, Mario Gobbi e Roberto Andrade
André Negão, Jorge Kalil e Mario Gobbi
Mario Gobbi e Raul Corrêa da Silva batem palmas para o estádio em Itaquera
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