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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não prometa o que não pode cumprir. Não exija o que não pode oferecer. Não desdenhe do que não sabe fazer melhor. Não tente parecer ser o que jamais será”

Adágio de: Lavínia Lins

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Vice-presidente do SAFESP! Cadê o cumprimento do assumido?

Quando da publicação do pedido de licença efetuado por Regildenia de Holanda Moura protocolado na FPF duvidei que fosse cumprido;

Cogitando

Que o não cumprir expressaria agressão ao inserido no Art.5º – letra “c” do estatuto eleitoral 2004

Na época

Aborrecidos com o desconfiar sobre suas verdadeiras intenções os componentes da chapa publicaram:

Safesp é dos Árbitros

Qual a verdade sobre os jogos profissionais?

Muitos desavisados têm batido na mesma tecla de que nossa chapa não estaria cumprindo o Artigo 5 letra C do Estatuto do SAFESP. Ou que nossos candidatos a presidente e vice teriam pedido afastamento apenas após pressão de outros grupos.

Isso é MENTIRA mais uma vez!

A VERDADE é que nossos candidatos se afastaram oficialmente do futebol profissional desde Fevereiro de 2019, por conta da Eleição que deveria ter ocorrido em Abril. Temos tudo protocolado na FPF.

Desde então, Aurélio e Regildênia não atuaram mais em jogos profissionais, estão totalmente dentro das regras das eleições do sindicato.

Somos a única chapa que está desde o início nessa luta ao lado da classe dos árbitros. Sem oportunismos.

Demos a cara a tapa e fomos pro embate, inclusive na Justiça, para defender os árbitros. E estaremos juntos até o fim.

Não se deixe enganar pelas mentiras de grupos que só preferem fazer fofoca e disseminar ódio, e acabam esquecendo de você, árbitro.

Conte com nossa chapa. Vote certo dia 18/12

Aviso

Texto copiado do original.

Robustecendo minhas duvidas

Pouco antes do inicio das diversas séries do Paulistão 2020, Regildenia de Holanda Moura, conforme comprovante abaixo; foi efetivada Analista de arbitragem da FPF, que lhe proporciona remuneração

Anotei que

Regildenia trabalhou nas contendas: AA. Portuguesa 0 x 0 Atibaia disputada no dia 26/01- São Caetano 2 x 1 XV de Piracicaba no dia 29/01

Próxima escala da Regildenia

Domingo 02/02 na contenda AA Portuguesa x Rio Claro

Concluo

Entendo que ocorreu e está ocorrendo agressão ao estatuído no regulamento 2004

Por este fator

O calar dos componentes das chapas opositoras, extensivo aos associados; avigora a citação: Quem cala consente

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Lição de vida e superação

Três irmãos

Conheci, ainda garotos, os irmãos Victor (Vitinho), Thiago e Tamires, que, por razões impostas pelas dificuldades da vida, eram tratados, no local em que viviam, com poucas perspectivas de futuro.

Tragédia

A perda da mãe, que, dentro de suas limitações, amparava-lhes em sustento, facilitou a cooptação para setores do submundo, corroborando para o pensamento comum

Tios salvadores

Apesar de alguns desvios de conduta, os jovens foram amparados pelo tio e esposa, que, sob rígida doutrina, tratou de inspirar-lhes novos caminhos.

Superação

Tamires formou-se em odontologia e Thiago graduou-se em Direito.

Victor

O mais novo entre os irmãos demorou a entender a necessidade de mudança, mas a paciência e a compreensão dos tios transformaram um garoto de boa índole, mas rebelde, num profissional de barbearia

Local de Trabalho

Vitinho pode ser encontrado na Barbearia Ipiranga, localizada no Alto do Ipiranga, em Mogi das Cruzes/SP

Vídeo

Mais detalhes sobre essa emocionante história foram contados na versão em vídeo desta coluna

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2ª e 3ª Rodadas da Série A1 do Paulistão 2020

Domingo 26/01

Palmeiras 0 x 0 São Paulo

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 2 para defensores são-paulinos

Mirassol 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensores da equipe mandantes e 02 para visitante

Ressalva

Poderia e deveria ter sido mais ativo na parte disciplinar

2ª Feira 27/01

Guarani 1 x 2 Santos

Árbitro: Vinicius Furlan

Item Técnico

Poucas falhas

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensores do bugre campineiro 1e 02 para santistas

Cartão Vermelho: Correto para Lucas Abreu defensor do Guarani, após ter cometido falta no oponente Luiz Felipe

3ª Rodada – Quinta Feira 30/01

Ponte Preta 2 x 1 Corinthians

Árbitro: Thiago Duarte Peixoto

Item Técnico

Não gostei. Apontou a marca da cal favorável ao Corinthians, no momento que Madson, malandramente, caiu no gramado

Ressalto

Anterior ao acima, lance análogo ocorreu na área corintiana e nada marcou

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 4 defensores da casa e 1 para visitante

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Política

Jornais, um balanço

O saldo extraordinário da Lava Jato seria possível sem imprensa independente?

A democracia reclama um jornalismo vigoroso e independente. A agenda pública é determinada pela imprensa tradicional. Não há um único assunto relevante que não tenha nascido numa pauta do jornalismo de qualidade. Alguns formadores de opinião utilizam as redes sociais para reverberar, multiplicar, e cumprem assim relevante papel mobilizador. Mas o pontapé inicial é sempre das empresas de conteúdo independentes. Sem elas a democracia não funciona.

Estamos saindo, aos poucos e com muito esforço, do túnel sombrio da corrupção e do autoritarismo graças à firmeza e ao espírito público dos nossos jornais. Sem eles, não duvido, teríamos desembocado no colapso institucional que algemou a Venezuela.

O mensalão, que Lula pateticamente insiste em dizer que não existiu, explodiu no gigantesco assalto planejado pela máfia lulopetista: o petrolão. Alguém imagina que o saldo extraordinário da Operação Lava Jato teria sido possível sem imprensa independente? Os envolvidos no maior escândalo de corrupção da nossa História podem fazer cínicas declarações de inocência, desmentidas por um conjunto sólido de provas. Podem até manifestar desprezo pelas instituições da República. Mas o jogo está virando.

A Polícia Federal, o Ministério Público e o Judiciário estão escrevendo um belo capítulo da nossa História. E os jornais cumpriram seu papel. Rasgaram a embalagem marqueteira e mostraram o produto real. Lula e Dilma, despidos das lantejoulas do publicitário João Santana, deixaram uma imagem lamentável. Sem os jornais não teríamos chegado ao divisor de águas.

O governo Bolsonaro, sobretudo os filhos do presidente, também experimentam a cobrança da imprensa. É o jogo democrático. A recente queda do secretário de Cultura é um exemplo do papel da mídia. Os governos precisam do acicate do jornalismo.

Sem jornais a democracia não funciona. O jornalismo não é antinada. Mas também não é neutro. É um espaço de contraponto. Seu compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidarismos. Sua agenda é, ou deveria ser, determinada por valores perenes: liberdade, dignidade humana, respeito às minorias, promoção da livre-iniciativa, abertura ao contraditório. O jornalismo sustenta a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima. A reportagem é, sem dúvida, o coração da mídia.

As redes sociais e o jornalismo cidadão têm contribuído de forma singular para o processo comunicativo e propiciado novas formas de participação, de construção da esfera pública, de mobilização do cidadão. Suscitam debates, geram polêmicas (algumas com forte radicalização) e exercem pressão. Mas as notícias que realmente importam, isto é, as que são capazes de alterar os rumos de um país são fruto não de boatos ou meias-verdades disseminadas de forma irresponsável ou ingênua, mas resultam de um trabalho investigativo feito dentro de rígidos padrões de qualidade, algo que está na essência dos bons jornais.

A confiança da população na qualidade ética dos seus jornais tem sido um inestimável apoio ao desenvolvimento de um verdadeiro jornalismo de buldogues. O combate à corrupção e o enquadramento de históricos caciques da política nacional, alguns sofrendo o ostracismo do poder e outros no ocaso do seu exercício, só são possíveis graças à força do binômio que sustenta a democracia: imprensa livre e opinião pública informada.

Poucas coisas podem ter o impacto que tem o jornal sobre os funcionários públicos corruptos, os políticos que se ligam ao crime, abusam do seu poder, traem os valores e os princípios democráticos. Os jornais, de fato, determinam a agenda pública e fortalecem a democracia. Políticos e governantes com desvios de conduta odeiam os jornais. Mas estes são, de longe, os grandes parceiros da sociedade, a âncora da democracia.

Navega-se freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Fica-se refém da superficialidade e do vazio. Perdem-se contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será?

Não creio, sinceramente. Penso que existe uma crescente demanda de jornalismo puro, de conteúdos editados com rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma nostalgia de reportagem. É preciso recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e o fascínio do jornalismo de sempre. A fortaleza do jornal não é só dar notícia, é se adiantar e investir em análise, interpretação, e se valer de sua credibilidade.

Qualidade informativa, rigor, coerência editorial e espírito público edificam a credibilidade e a força da marca. Os jornais sérios fazem algo em que se pode confiar. A informação tem assinatura, conta com o aval de uma história de profissionalismo e comprometimento com a verdade dos fatos.

O saldo extraordinário da Lava Jato seria possível sem imprensa independente?

Carlos Alberto Di Franco: é um advogado e colunista Brasileiro –Publicado no Estadão do dia 27/01/2020

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Finalizando

“Eficiência do poder público, transparência e liberdade de imprensa – especialmente de imprensa – são remédios para a construção de sociedades prósperas e de elevados padrões éticos”

Pensamento de: Miral Pereira dos Santos

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-01/02/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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