Caso Pato: malandro é malandro, Mané é Mané

Diante de um deserto de interessados, receber uma proposta como a do Shaba Al Ahli, de Dubai, que aceitou jogar dinheiro no esgoto para contratar o ineficaz e preguiçoso Alexandre Pato é um verdadeiro achado.

R$ 12,5 milhões na conta do São Paulo e R$ 1,5 milhão mensal ao ‘jogador’.

O clube, claro, aceitou.

Na verdade, até por bem menos fecharia negócio.

Pato preferiu a moleza habitual e recusou.

Se pode ganhar quantia semelhante no Brasil, sem precisar jogar futebol e ainda, de quebra, namorar a filha de Silvio Santos, para que se estressar num país em que será apresentado como estrela e, por conta disso, obrigado a atuar como tal?

“Malandro é malandro, Mané é Mané, já dizia o genial Bezerra da Silva, décadas atrás.

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