Fluminense e Figueirense precisam esclarecer: onde está o dinheiro de Robinho?

Em agosto de 2017, o Figueirense confirmou, através do CEO Alex Bourgeouis, ter recebido 2 milhões de Euros, pagos pelo Fluminense, por 50% dos direitos do jogador Robinho.
Metade destes seria destinado ao Atibaia.
Em recente entrevista coletiva, o presidente do clube carioca, Mario Bittencourt, negou, dizendo que herdou a pendência da diretoria anterior:
“Li numa rede social aí um comentário que o Flu gastou 2 milhões euros pelo Robinho, mas não quer gastar ‘x’ para fazer contratações. O Flu não pagou até hoje o Robinho e o Sornoza, quem tá pagando sou eu”
Alguém está mentindo nessa história.
Teria o dinheiro saído dos cofres do Flu e não entrado, oficialmente, no Figueira?
Se sim, para quais bolsos foi destinado?
A contabilidade de ambos precisa esclarecer.
Vale lembrar que Alexandre Bourgeouis, antes de sair ‘corrido’ de Florianópolis, já havia aprontado em sua passagem pelo São Paulo.
Teria Pedro Abad, ex-presidente do Flu, aprontado também?

