
É maldosa qualquer afirmação que trate o jogador Bruno Henrique, do Flamengo, como beneficiado de praticas ilícitas para se dar bem no exercício da profissão.
No caso, acusá-lo de jogar dopado.
São públicos e notórios seus problemas oftalmológicos dos tempos de Santos, que o levaram a consumir a substância Brinzolamida.
A inocência, evidente, levou a Agência Brasileira de Controle de Dopagem a dar o caso por encerrado, em 14 de novembro.
Alguns dos que seguem insinuando o contrário – felizmente, a minoria – são os mesmos que encobriram, por anos, dopados contumazes, alguns até fenomenais, mascarados por ingerência médica criminosa de profissionais ligados a cartolas reconhecidamente marginais.
Lamentavelmente, muitos jornalistas trabalham no sistema ‘pay-per-view’, que, dependendo do tamanho do ‘pacote’, serve para delimitar, ou distorcer, as informações prestadas a seus consumidores finais.
Bruno está entre os que não aderiram aos pagamentos.