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Constrangimento: ex-diretor do Corinthians pede prisão de André Negão a Eduardo Bolsonaro

Recentemente, o ex-diretor de esportes aquáticos do Corinthians, Roberto William Miguel, fundador da chapa ‘Lava-Jato’, que concorreu às eleições de conselheiros do Corinthians, encontrou-se com Eduardo Bolsonaro, filho do Presidente da República.

Pediu a intensificação das investigações sobre as acusações de recebimento de propinas, delatados por executivos da Odebrecht, sobre o dirigente alvinegro André Negão, braço direito de Andres Sanches.

Apresentou-lhe os indícios, até então, colhidos pela Polícia Federal, entre os quais áudio de conversa do cartola corinthiano com os supostos mensageiros do dinheiro.

A ironia é o fato da cobrança ser direcionada justamente à Bolsonarinho, que nunca recebeu ‘vantagens indevidas’ de ninguém.

O constrangimento do rebento presidencial era notório, ainda mais pelo fato de Negão, publicamente, ter trabalhado para a eleição da família.

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