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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Uma hora a gente tem que amadurecer. Ter as coisas de mão beijada é muito cômodo, mas a vida real é bem diferente. Nada cai do céu”

Clarissa Corrêa – é escritora e redatora publicitária gaúcha. É autora dos livros

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Convite

Aos árbitros que exerceram suas funções no quadro da FPF Ano 1960 a 2002

Compareçam no:

Evento                           

Preparado por: Marcelo Rogério, Rita de Cássia Rogério, Ricardo Ibitinga, Tio Nei e Wagner Prandine Tonel

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Mais um recurso judicial referente eleição SAFESP 2019

Conforme previ na coluna datada em 14/09/2019, a decisão da juíza Raquel Simões da 86ª Vara do Tribunal da Justiça do Trabalho referente ao

Processo

1000336 -77.2019.5.02.0086

Motivou

No dia 09/09/2019 a extinção das Chapas 01 e 02, mudança dos componentes da comissão eleitoral com poderes deliberativo atinentes ao processo eleitoral quanto ao registro de chapas, votação, apuração, igualmente, casuais recursos

Definindo

O abarrotado no Regimento Eleitoral 2004, cravando de 30 dias para solidificação das eleições

Apesar disso

Na coluna acima datada apregoei que o definir da magistrada oferecia aos litigantes outra oportunidade para ingressar com contraditório

Instei  

Chega de recursos, lhufas para composição, abracem o Regulamento 2004, aguardem a contagem dos votos

Acertei

Conforme informação por volta do dia 24/09 Arthur Alves Junior atual presidente e candidato a reeleição interpôs expediente contestando a determinação da juíza

Lembrando

Antes do inicio da técnica eleitoral os litigantes subscreveram que seria seguido o Regulamento 2003

Bloqueados

Por transgredirem alguns itens do Regulamento 2003, componentes da Chapa 01 capitaneada por Aurélio Sant´Anna, voltaram atrás

Socorrendo-se

Na justiça alegando que o inserido no Regulamento 2004 é o correto, não o 2003 que anteriormente haviam concordado

Concluo

Como sempre desde o inicio do SAFESP não concordo que árbitro exercendo atividade seja diretor

Chega

De enviar expediente para ajuizamentos, a justiça, vez que, este proceder ante o publico, deslustra e muito todos os árbitros

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20ª Rodada da Serie A do Brasileirão -2019

Sábado 21/09

Botafogo 1 x 2 São Paulo (11hs00)

Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima     (RS)

VAR

André Luiz de Freitas Castro (GO)

Item Técnico

Os representantes das leis do jogo expuseram trabalho admissível compatível

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores para botafoguenses e 02 para são-paulinos

Corinthians 2 x 1 Bahia (19hs00)

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva            (FIFA-PA)

VAR

Wagner Reway (FIFA-PB)

Item Técnico

Prejudicou o Bahia por duas e seguida ocasiões:

1ª – Não ter marcado claríssima penalidade máxima cometida por Ralf defensor corintiano, no instante que espertamente tocou e derrubou o oponente Élber

VAR

Foi ouvido, boto-branco caminhou até o monitor, viu e reviu o fato, voltou ao campo e nada de penalidade

2ª – Por ter marcado inexistente penalidade a favor da equipe corintiana, no instante que a redonda bateu no braço esquerdo do zagueiro Juninho após cruzamento do corintiano Ralf

Ressalto

No ato, boto-branco apontou tiro de canto

VAR

Interferindo o chamou, foi até monitor, viu e reviu, voltou ao campo e, na cara dura apontou

“Penalidade”

Batida por Vagner Love, derivando Corinthians 1 x 0

Evidenciando sua fraqueza

Pouco antes do vigésimo minuto do segundo tempo Dewson Fernando Freitas da Silva, principal representante das leis do jogo

Contrabalançando

Favoreceu a equipe tricolor da boa terra marcando estranha penalidade máxima quando da disputa normal do corintiano Clayson com oponente Gregore

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para equipe mandante e 04 para visitante

Santos 0 x 3 Grêmio (21hs00)

Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)

VAR

Adriano Milczvski (PR)

Item Técnico

A primeira etapa findou com placar 0x0; contudo,

– tivesse o árbitro marcado à penalidade máxima cometida por Kannemann, defensor gremista no momento que agarrou o corpo do santista Eduardo Sasha, ocorrida por volta do 16º minuto, haveria grande possibilidade de ser outro, o resultado final

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para santistas e 04 para gremistas

21ª Rodada Séria A Brasileirão – Quarta Feira 25/09

Flamengo 3 x 1 Internacional

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA-SP)

VAR

Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Item Técnico

1º – Acertou na marcação da penalidade máxima favorável ao Flamengo, no momento que Bruno defensor da equipe gaúcha puxou o corpo do flamenguista Gabriel

De Pronto

Luiz Flavio de Oliveira advertiu Bruno com cartão amarelo

VAR

Transmitiu opinião, corretamente acatada, e: cartão vermelho para Bruno

Penal

Batido por Gabriel, transformado no primeiro gol da equipe rubro-negra

2º – Errou feio por não ter marcado a penalidade máxima cometida por Rodrigo Caio no instante que empurrou o costado do oponente Guerreiro,

– fator que dificultou o chute da redonda para meta flamenguista, vez que;

– a trajetória da redonda rumou pra fora da linha de fundo, lado direito da meta flamenguista

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para equipe mandante e 01 para visitante

Cartão Vermelho: para Bruno e Guerreiro do Internacional, explico:

– Bruno (motivo descrito no item disciplinar) , Guerreiro: por ofensas ao 4º árbitro, serial ao árbitro

Quinta Feira 26/09

Palmeiras 6 x 2 CSA

Árbitro: Diego Pombo Lopez (BA)

VAR

Caio Max Augusto Vieira (RN)

Item Técnico

Admissível

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: Jean Cleber defensor da equipe visitante

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Política

A garantia da democracia

Mais do que nunca é preciso revigorar a prática jornalística, livrando-a do imediatismo das redes sociais e restituindo-lhe o sentido de serviço público

O jornalismo está sob ataque em quase todo o mundo, numa ofensiva de proporções e intensidade inéditas na história. Trata-se de um fenômeno particularmente dramático por ocorrer não apenas em países com escassa tradição de liberdade, mas também em nações que se orgulham de seu patrimônio democrático.

Há um sem-número de países cujos governantes vêm se empenhando em desacreditar a imprensa e os jornalistas de forma sistemática, numa campanha que tem como propósito aniquilar o entendimento comum sobre o que é a verdade e o que é a realidade. O objetivo, a esta altura óbvio, é desqualificar as críticas aos que exercem o poder e dar a esses líderes condições de construir sua própria “verdade” – com a qual todos têm de concordar, sob pena de serem considerados “inimigos do povo”.

Essa expressão, comum em regimes autoritários para calar a oposição e justificar a segregação e a aniquilação física dos dissidentes, foi usada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para se referir a jornalistas, como lembrou, em artigo publicado recentemente, o publisher do jornal The New York Times, Arthur Gregg Sulzberger.

Talvez seja esse o aspecto mais dramático dessa ofensiva mundial contra o jornalismo: sua inspiração vem justamente do país que fez da liberdade de expressão e de imprensa o cerne de sua democracia. Mais do que isso: como escreveu Sulzberger, os Estados Unidos sempre foram vistos como grandes exportadores da ideia de que não há democracia sem jornalismo livre, mas agora, graças a Trump, passaram a servir de modelo para autocratas dispostos a calar a imprensa.

O principal alvo de Trump é a imprensa profissional, cujo objetivo é informar de modo independente e acurado. Sistematicamente, o presidente dos Estados Unidos acusa essa imprensa de publicar mentiras ou distorções a respeito de seu governo, rotulando as notícias como “fake news”. É evidente, como demonstra Sulzberger, que o objetivo de Trump não é denunciar erros de fato, mas sim “tirar a legitimidade da notícia real, rejeitando a reportagem factual e imparcial como mentira politicamente motivada”.

Assim, Trump não desmente esta ou aquela reportagem por eventuais problemas, e sim toda e qualquer reportagem que aponte os desarranjos de sua administração e revele as falcatruas em que esteve ou está envolvido. Desde a posse, segundo informou Sulzberger, Trump usou a expressão “fake news” quase 600 vezes em sua conta no Twitter. E de nada adianta demonstrar que as reportagens que Trump denunciou como “falsas” eram corretas e precisas. Segundo o publisher, uma pesquisa mostrou que mais de 80% dos eleitores republicanos confiam mais em Trump do que na imprensa.

O presidente norte-americano tem sido tão bem-sucedido em sua ofensiva contra a imprensa que se tornou modelo para líderes com vocação liberticida ao redor do mundo. O presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, usa o mesmo vocabulário de Trump para se referir aos jornais e aos jornalistas. Já se referiu a “parte da grande imprensa” como “inimiga” e qualifica o noticiário que lhe é desfavorável como “fake news” – no que é ecoado por seus fervorosos seguidores nas redes sociais.

Tudo isso impõe enormes desafios para o jornalismo profissional e independente. Ante a tentativa de Trump e de seus aprendizes mundo afora de relativizar a verdade dos fatos e desacreditar aqueles que se dedicam a reportá-la de maneira rigorosa, mais do que nunca é preciso revigorar a prática jornalística, livrando-a do imediatismo superficial e irresponsável das redes sociais e restituindo-lhe o sentido de serviço público. Nas palavras de Sulzberger, deve-se ir “em busca das histórias que importam, independentemente de serem ou não tendência no Twitter”. Mais do que isso: “Não podemos nos permitir ser atraídos ou aplaudidos para nos tornarmos oposição ou ‘claques’ de alguém. Nossa lealdade tem de ser para com os fatos, não um partido ou um líder, e temos de seguir a verdade aonde ela nos leve, sem medo ou favor”. Essa determinação certamente será apreciada por leitores dispostos a se informar por meio do jornalismo sério – aquele que é desconfortável justamente porque desfaz ilusões sobre os falsos Messias que escarnecem da democracia.

Opinião do Estadão publicado na sexta feira 27/09/2019

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Finalizando

“Se a IMPRENSA é parcial, então ela perde o direito da LIBERDADE DE IMPRENSA”

Jozafar Scócio – Pensador

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Chega de Ditaduras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-28/09/2019


EM TEMPO: excepcionalmente, a versão em vídeo da Coluna do Fiori não será publicada neste sábado, retornando, porém, na semana que vem.

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