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Ex-diretor de finanças do Corinthians comete ‘sincericídio’ e entrega mentira na contratação de Pato

No dia 03 de janeiro de 2013, data em que o Corinthians anunciou, oficialmente, a contratação de Alexandre Pato (assinada na virada de 2012), o presidente era o delegado Mario Gobbi, o diretor de finanças, Raul Corrêa da Silva e o de futebol, Roberto Andrade.

Porém, o negócio, de fato, foi fechado pela dupla Andres Sanches e Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, numa suspeita conexão ‘Milão-Miami’, que deixou muita gente com dinheiro no bolso.

Ambos seguem, desta vez com cargos, infelicitando a vida alvinegra.

Para saber detalhes, ou relembrá-los, basta acessar o link a seguir:

Detalhes (com documentos) da criminosa transferência de Alexandre Pato para o Corinthians

Obviamente, nada disso teria ocorrido sem o aval de quem estava na gestão.

Recentemente, agora dizendo-se ‘oposicionista’, embora tenha participado, na condição de ‘colaborador’, da confecção do último balanço do Timão, e de jantares íntimos com Andres Sanches e Luis Paulo Rosenberg, o ex-diretor de finanças, Raul Corrêa da Silva, desacostumado com a verdade – pelo menos nas coisas do Corinthians, deixou escapar, em seu facebook:

“Em 2012, quando compraram o Pato, vieram a mim e disseram que o salário era de 400. Quando eu disse que era o dobro, me disseram que não, que a diferença era direito de imagem e que poderíamos vender e recuperar. Não preciso dizer o resultado”

Ou seja, sete anos depois do episódio, o cartola revela que soube, antecipadamente, que a contratação de Pato era embasada em mentiras, mas, ainda assim, deu aval, assinando o documento.

Se tivesse se recusado, a transação não aconteceria, porque o estatuto do Corinthians obriga anuência em conjunto de presidente e diretor financeiro.

Depois o resultado, que Raul disse ‘não precisar dizer’, é bem conhecido: Pato foi um desastre, esportivamente e financeiramente (para o clube), mas os conselheiros receberam, no balanço, contas que mais pareciam saídas do ‘Pais das Maravilhas’, cálculos estes tratados como ‘maquiados’ pelo sucessor, Emerson Piovesan, sem que o acusado o processasse, nem o acusador leva-se à frente sua forte denúncia.

Raul Corrêa da Silva e Luis Paulo Rosenberg – março de 2019
Andres Sanches e Raul Corrêa da Silva – janeiro de 2019
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