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Corinthians, Serasa e o diretor jurídico alvinegro

Desde ontem (19), a Arena de Itaquera, através de uma das suas controladoras, a Arena Itaquera S/A, passou a figurar na desconfortável lista do Serasa, na condição de caloteira de uma dívida que ultrapassa R$ 500 milhões com a CAIXA.

Trata-se, evidentemente, não apenas de óbvio vexame, mas também de impedidor para a concretização de negócios diversos, entre os quais a possibilidade de venda dos ‘naming-rights’.

Se antes, por conta das acusações a cartolas alvinegros, na Justiça Federal ou em delações no âmbito da Operação Lava-Jato, os investidores recusavam-se a fazer propostas, que dirá agora com o estádio sendo tratado por rivais pela alcunha “Serasa Stadium”.

Alheio à realidade, o diretor jurídico do Corinthians, Fábio Trubilhano – inserido no cargo por influência de Luis Paulo Rosenberg, decidiu, em entrevista a conhecido site de torcedores que esforça-se para defender seus provedores da gestão alvinegra, declarou:

“(…) (a inclusão no SERASA) não deve prejudicar a Arena Itaquera S/A, visto que a Arena
não costuma ser tomadora de crédito. A inclusão no Serasa não atinge o clube”

Se o presidente do Corinthians não para de mentir ao explicar o inexplicável nos negócios que cercam o estádio de Itaquera, seus subalternos, com menos habilidade, esforçam-se para amparar o patrão em declarações que não enganam nem mesmo o mais ingênuo dos torcedores.

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1 comentário em “Corinthians, Serasa e o diretor jurídico alvinegro”

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