Corinthians contraria discurso do diretor de finanças e segue gastando com jogadores obscuros

Em recente entrevista, o diretor de finanças do Corinthians, Mathias Ávila, homem da Odebrecht indicado ao cargo por uma das eminências pardas do Parque São Jorge, o ex-primeiro ministro Luis Paulo Rosenberg, a quem obedece, deixou escapar que, para ‘fechar as contas’, o clube terá que vender alguns jogadores.
Trata-se de uma verdade incompleta.
Faltou dizer as razões dessa necessidade: os mais de 100 jogadores que, escandalosamente, mantém contrato com o Timão, sendo que, destes, 24 foram comprados para a má-afamada ‘Equipe B’, com a inclusão no BID da CBF de um novo ‘reforço’, oriundo do Equador (!!!).
Vale lembrar que a promessa no período de criação desse time era a de aproveitar jogadores que ultrapassaram a idade de jogar nas categorias de base alvinegras ou que não estariam sendo aproveitados no profissional.
A verdade, óbvia, é o objetivo de ‘esquentar’ currículo de profissionais sem qualificação, amparados por agentes de jogadores generosos com dirigentes.
Tanto que o resultado esportivo, até então, passa por uma eliminação precoce no Brasileiro de Aspirantes e a atual penúltima colocação em seu grupo, na risível Copa Paulista, torneio classificatório para a quarta divisão do futebol nacional.
