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Villa Mix – a casa de horrores de Andres Sanches

Filho de Andres Sanches ostenta ligação com Villa Mix no facebook

Nos últimos doze anos, desde que conseguiu, com a ajuda do dinheiro de agentes de jogadores, principalmente o iraniano Kia Joorabchian, eleger-se presidente do Corinthians, Andres Sanches não parou mais de enriquecer.

O salto financeiro foi gigantesco: de morador de aluguel na zona Oeste de São Paulo para dono de diversos imóveis, baladas, restaurantes e até cantores sertanejos.

Tudo isso sem, oficialmente, receber um centavo do Timão, tendo apenas como fonte comprovável de renda o salário recebido como parlamentar em Brasília, ainda assim por período de apenas quatro anos.

Dentre as aquisições de Sanches, está a badaladíssima casa “Villa Mix”, tocada em nome de seu filho, Lucas Sanchez.

Há quem diga que estabelecimentos comerciais costumam apresentar-se “com a cara do dono”, no sentido de seguir ideais e comportamentos do proprietário.

Para Sanches isso não é nada bom.

A balada Villa Mix, que possui fama de racista e preconceituosa (diversos são os relatos de seleção de público pela aparência), acrescentou, desde a semana passada, o rótulo de local em que mulheres podem ser agredidas.

Disse a empresária Taynara Diniz, que esteve por lá no último domingo (05), ao UOL:

“Eu cheguei lá quase 3h com minha amiga e um cara me jogou um copo com bebida na cara. Acho que era gim. Meu olho ardeu muito, eu nem consegui ver o rosto do homem que fez isso comigo. Minha amiga foi tirar satisfação com ele e, nisso fomos arrastadas por seguranças homens para uma salinha, eles queriam impedir que a gente tirasse satisfação com o cara, que continuou na pista. Não sei se ele é alguém importante na casa”

“Eu estava muito nervosa, tremendo, e tentando explicar que tinham me jogado bebida, queria sair dali e um segurança homem me segurando com força. Eu tava me debatendo porque ele estava me machucando e falei: ‘Você está me machucando, eu vou chamar a polícia’. Então, tiraram meu telefone de mim e as seguranças mulheres, todas altas e fortes, me imobilizaram e me jogaram no chão. Recebi muitos socos na cabeça e pelo corpo. Tenho 1,55m e 53 kg, foi muita covardia”

“Fingi ter apagado para que elas saíssem de cima de mim. Quando saíram, corri para uma porta corta-fogo que tinha ali e gritei muito. Mas ainda havia uma grade verde ali, imensa, que é o que eu acredito ser o acesso para ambulâncias. Minha amiga que estava lá fora e um casal, que ia pegar o Uber para ir embora, ouviu meus gritos e começou a gritar de volta: ‘Solta ela, a polícia está vindo’. E estava mesmo, minha amiga já havia acionado os policiais”

“Meu pai foi buscar no app onde meu celular estava e ele tinha sido achado no lixo por um faxineiro do local. Quem joga um celular no lixo? Até parece, eles tiraram de mim!”

O perfil do Villa Mix, no Instragram, disse que “a casa colaborará com as autoridades policiais”, apesar do histórico da empresa gerar dúvidas quanto à execução do prometido.

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