A religião do Corinthians já tem seu “Edir Macedo”

Ontem, no programa “Bem Amigos”, da Sportv, o primeiro ministro do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, falou sobre seu mais novo objeto de esperteza, o lançamento de um produto nomeado “Corinthianismo”, em alusão a “Cristianismo”, que trata como “Religião Corinthiana”.
Ao justificá-la disse que:
“Percebemos que o sofrimento é uma coisa que nos une. […] Se somos maloqueiros, sofredores, graças a Deus, isso tem que ser reverenciado. A ideia é que não é uma nação, é uma religião. […] Tentamos encarnar isso. Queremos mostrar que ninguém tem mais tolerância ao sofrimento que a nossa, porque sabemos que a volta é gloriosa”
Discurso que, em verdade, prepara o torcedor para os dias de sofrimento que já estão em curso, fruto da má-gestão, por incompetência e malandragem, de uma diretoria – da qual é dos membros mais relevantes – há quase doze anos no poder.
Ao iludir o torcedor corinthiano de que “sofrer” é da cultura alvinegra, Rosenberg aproxima-se dos hábitos de espertalhões religiosos, enterrando, porém, mais de uma década de frases de efeitos e promessas nunca transformadas em realidade.
“Somos a República Popular do Corinthians” (agora negada); “estaremos entre os melhores times do mundo em cinco anos”; “pagaremos o estádio em sete anos”; “os naming-rights estão fechados, assinaremos logo após as eleições”, “quem riu (do Corinthians), riu, quem não riu não vai rir mais” (logo após o rebaixamento), entre tantas outras.
Aliás, motivos não faltarão para os adversários do Timão rirem desta infeliz iniciativa.
Dos divulgados “Dez Mandamentos”, os de nºs 6 e 7 são auto-explicativos e absolutamente conflitantes com os que se falava, até então:
- “O bando grita mais forte quando o Timão está perdendo”;
- “Sofredor hoje. Sofredor amanhã. Sofredor para sempre. Graças a Deus”
Essa mistura de catolicismo (santinhos serão comercializados) e fundamentalismo evangélico com futebol, marketing e charlatanismo define bem as razões pela qual o Timão tem passado por dificuldades em todos os seus departamentos.
Na falta de perspectivas, a solução para o torcedor, segundo o Edir Macedo do Corinthians, é ajoelhar, rezar e deixar o dízimo, assim como já fazem alguns agentes de jogadores, há alguns anos, no Parque São Jorge.

É um tradicional 171
pra mim futebol religião é pollitica não si mistura porque gênio invés de fazer essa campanhas que não levam a lugar nemhum porque ele não lança uma campanha para paga o estádio por exemplo são 30 milhões de torcedor si cada um der 1 real por més da 300 milhões esse torcedor escolhe o nome do estádio ou Vicente matehus ayton senna ou roberto revelino que tiver mais votos é nome do estádio outra solução vender a fazendinha