Ato falho de Tite revela pressão nos bastidores da CBF

Ontem, ao comentar a contusão de Neymar, que será submetido à cirurgião por nova fratura no pé, o treinador da Seleção Brasileira, Tite, indicando que não deverá convocá-lo para amistosos a serem realizados em março, cometeu ato falho:
“Neymar não vai pagar o preço por causa da saúde. Perco meu emprego, mas não vou carregar essa responsabilidade de convocá-lo (machucado)”
A declaração evidencia a já sabida ingerência externa para a convocação de determinados jogadores, segundo o próprio Tite, sob risco de demissão.
Em passado recente, revelado por uma destas CPIs do Futebol, essa pressão chegou até a ser formalizada em contrato com a Nike (que exigia a escalação de supostos titulares).
Hoje em dia, o chamamento de atletas inexpressivos, quase sempre de equipes menos relevantes, mistura-se ao de nomes inquestionáveis, dando ar de “laboratório”, mas servindo mais, efetivamente, como vitrine de valorização para transações futuras.
