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Os nomes que assombram o futebol, profissional e de base, do Corinthians

Ontem, nos bastidores da vitória do Corinthians sobre o fraco SINOP, pela Copa São Paulo de Juniores, um dos camarotes do estádio de Itu indicava, claramente, aqueles que comandarão o futebol profissional alvinegro, nos próximos meses.

Ao lado do treinador Fábio Carille, sentaram os novos gerentes, Emerson Sheik e Vilson, além de, tentando se ocultar das câmeras, Eduardo “Ferreira” Gaguinho, que mandará em todos eles (obedecendo ordens do presidente Andres Sanches – de quem é preposto), ainda sem cargo oficial, no aguardo da definição do destino de Jorge Kalil, diretor adjunto que tem afastamento prometido, mas ainda não executado, pela atual gestão.

Dentro de campo, o treinador Eduardo Barroca, sócio do agente de atletas, ex-MSI e Parmalat, Paulo Angioni, escalava o recém contratado João Celeri (um dos ‘seus” em tempos de Botafogo/RJ), deixando no banco Nathan, artilheiro da temporada 2018 no SUB-20, que ao entrar no segundo tempo assinalou mais um gol, no primeiro toque na bola.

Com situações claras de compadrio e amadorismo, o futebol do Corinthians torce para que o trabalho de Fábio Carille, mais uma vez, sobreponha-se à ineficiência e às malandragens de alguns cartolas do Timão, estes ligados aos únicos profissionais, de fato, dos bastidores que cercam os jogadores alvinegros: os agentes, que, com a vida facilitada, são generosos na partilha de bondades.

Em tempo: Emerson Sheik, que nasceu Marcio Passos de Albuquerque, é o único funcionário do departamento de futebol com nome escrito errado no site do Corinthians

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