Advertisements
Anúncios

Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Trilhe o seu caminho, procure a sua felicidade, alcance suas metas, supere os obstáculos!

Mas não use pessoas como atalho para chegar mais rápido…

Isso não te levará a lugar nenhum!”

Ditado de: Vanessa Pimentel

———————————————————–

CA-CBF/Sempre os mesmos

Como em meu tempo, as escalas dos árbitros no hoje denominada “sorteios” noto de dez a doze árbitros e respectivos assistentes que são os favorecidos

Queimando futuro

Vez e outra os componentes da CA-CBF, apadrinhando ou atendendo pedidos de dirigentes, políticos, membros do judiciário, MP, por ai vai, procurados direta ou indiretamente pelo interessado, persistem com árbitros de fraco desempenho ou escalam novato sem que o mesmo tenha trabalhado degrau por degrau nas partidas denominadas difíceis das divisões inferiores do Brasileirão ou dos campeonatos estaduais

———————————————————–

25ª Rodada da Serie A do Brasileirão – 2018

Sábado

Vasco da Gama 1 x 1 Flamengo

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA-SP)

Item Técnico

Admissível

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para vascaínos e 02 para flamenguistas

Cartão Vermelho: correto aplicado para o flamenguista Diego após receber o amarelo. Via TV, observei que disse algo ofensivo ao árbitro

Domingo 16/09

Santos 0 x 0 São Paulo

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)

Item Técnico

Disputa fraquinha

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 07 para santistas e 04 para são-paulinos, totalizando 11 cartões, demonstrativo que: quem muito explica se trumbica

Prejudicou

A equipe santista ao não ter cumprido o minuto de acréscimo, que determinou no momento que a partida estava paralisada para cobrança da falta favorável ao São Paulo, rebatida pela defesa, redonda dominada por um dos santistas com espaço livre para se aproximar da meta são-paulina

Corinthians 2 x 1 Sport

Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC)

Item Técnico

Marcou corretamente a penalidade máxima cometida pior Henrique defensor corintiano no oponente Hernani, que, originou no gol da equipe pernambucana

Item Disciplinar

Carão Amarelo: 02 para defensores do Corinthians e 01 para defensor do Sport

Copa Libertadores – 2018

Terça Feira 18/09

Atlético Tucumán 0 x 2 Grêmio

Árbitro: Wilmar Roldán (FIFA-COL)

Item Técnico

Marcou corretamente a falta praticada por Núñez, defensor da equipe mandante, no gremista Alisson que ficou caído no solo, na sequência, demonstrando ser cobarde, Núñez pisou nas costas do oponente

Item Disciplinar

No lance acima Wilmar Roldán teve total domínio visual do ocorrido, de pronto, obscuramente, advertiu o agressor com cartão amarelo

VAR

Após ser chamado para rever o fato, na maior cara dura, Wilmar Roldán trocou o cartão amarelo pelo vermelho

Quarta Feira 19/09

Boca Junior 2 x 0 CRUZEIRO

Árbitro: Eber Aquino (PAR)

Item Técnico

Meia boca

Item Disciplinar

Cartões Amarelos: Olaza e Nandez defensores do Boca Junior e Edilson do Cruzeiro

Cartão Vermelho: Imerecido para Dedé, defensor do Cruzeiro, dando-me o direito de duvidar da retidão do assoprador de apito;

– mesmo solicitando o VAR deixou de avaliar:

– O choque entre Dedé e o goleiro oponente foi casual, que, ao ver o goleiro caído, prontamente,

– Dedé tomou a iniciativa de sinalizar para que solicitar a presença de socorristas

————————————————————-

Política

Paz de Toffoli significa impunidade de suspeitos

O ministro confunde impunidade com paz, tolerância com calma e mudança com crise

Desde o dia 13 passado, que foi véspera de sexta-feira, a Nação – parte esperançosa, parte ansiosa – perdeu um pouco de seu sono diante das dúvidas que vislumbra no horizonte turvo. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, perdoará e soltará o ex-chefe Lula? Ele porá de joelhos nus sobre caroços de milho agentes, procuradores e juízes federais que devassarem o passado mais turvo do que tal horizonte de figurões honrados com convite para sua festa de subida ao topo? O nome dessa sensação não é só incerteza, mas também insegurança jurídica.

Não me venha de borzeguins ao leito quem achar que aqui incorro em exagero. Quem exagerou foi ele. À véspera de sua posse solene, não esperou ser entronizado para beneficiar o ex-ministro da Fazenda dos governos e do partido a que serviu como advogado, Guido Mantega, alcançando com sua benemerência os marqueteiros criminosos confessos João Santana e Mônica Moura. Encaminhou um processo em que o trio é acusado de corrupção para a Justiça Eleitoral, a forma mais barroca e disfarçada da impunidade dada por sua grei de justiceiros que soltam, em vez de punir. Não adianta buscar no noticiário dos meios de comunicação nem no Google salvador: nenhum desses réus disputa nenhuma eleição. E mais, puxou a orelha do juiz que os processa, Sergio Moro, ídolo número um do populacho por causa da Operação Lava Jato, acusando-o de quebrar a hierarquia por “desprezar” decisão da Segunda Turma do STF, à qual o presidente não pertence mais.

Cármen Lúcia, a substituída, foi para a tal turma, que agora, a depender do decano, Celso de Mello, pode deixar de ser o éden dos réus para assumir o tridente do inferno de quem demanda habeas corpus. Que outra denominação pode ser dada, que não seja insegurança jurídica, ao fato de mera mudança de um dos cinco membros de uma turma alterar de forma radical o ânimo de punir de um colegiado? E que pecado será maior do que esse?

Mais do que a inoportuna reprimenda a Moro na carteirada, que Sua Excelência deu antes de se tornar primus inter pares, ameaça o combate à corrupção, e não apenas a Lava Jato, a possibilidade de, na principal cadeira do plenário, o ex-advogado-geral da União, de Lula, pôr em votação a mudança de uma jurisprudência: a da autorização para prender condenado em segunda instância. Ora, direis, jurisprudências mudam, porque dependem da dinâmica da vida real. Mas, como tem lembrado insistentemente sua colega Rosa Weber, ao lado de quem se sentava quando era apenas um “nobre par”, não devem ser alteradas em prazos curtos. Isso, acrescento, emula as “constituições” periódicas na ditadura militar.

Nos dois últimos anos Toffoli formou ao lado de Gilmar Mendes, que virou a casaca na jurisprudência citada, e de Ricardo Lewandowski, um trio que, para impor suas convicções partidárias ou seus interesses pessoais, distribui habeas corpus a quem tiver renda para pagar advogados que frequentam o STF. Nessa prática aparentemente generosa, mas, de fato, muito duvidosa e pouco judiciosa, seus adeptos, aos quais se reúne sempre com gosto e parolagem o ministro da Primeira Turma Marco Aurélio Mello, tornam despicienda a exigência de insuspeição do julgador. O novo chefão da grei mandou soltar José Dirceu, que foi preso por ter reincidido no delito pelo qual já havia sido condenado e cumpria pena de 30 anos e meio, o dobro do que cabe ao ex-chefão de ambos, Lula: 12 anos e 1 mês.

Ricardo Lewandowski chegou a rasurar o artigo 52 da Constituição, na presidência da sessão do impeachment da petista Dilma Rousseff, em conluio com os senadores Renan Calheiros e Kátia Abreu, hoje vice na chapa de Ciro Gomes, do PDT. E tornou possível a condenada disputar eleição para o Senado em Minas, sem reprovação de nenhum de seus “mui zelosos” guardiões.

Toffoli assumiu o mais poderoso posto do Judiciário em meio à turbulência pública entre os ministros daquela para a qual a denominação de “Corte” lembra a nobreza da época dos Luíses antes da Revolução Francesa. Valeroso combatente do lado de quem exige mudar a jurisprudência da autorização para prisão em segunda instância, soprou fumaças de paz de um cachimbo que já lhe entortou a boca. Quando, movido pelos eflúvios dos “espíritos”, torturou, condenou e executou, sem piedade, a canção Tempo Perdido, sucesso de seu ídolo Renato Russo, citado no discurso conciliador, emitiu, sem querer, sinais de que perderá seu tempo quem imaginar que a pax toffoliana beneficie alguém mais do que os convidados à solenidade e os parceiros da indecorosa carraspana. Será mais prudente imaginar que a palavra defina o sono solto que poderá ter quem hoje teme ser despertado no alvorecer pela campainha acionada por um policial.

O novo presidente do STF não é um campeão do notório saber jurídico, mas deve conhecer o significado óbvio da palavra “novilíngua”, com a qual o escritor britânico George Orwell definiu o dialeto imposto pelo Grande Irmão no celebrado 1984. Pois, em seu discurso do trono, falou em “prudência”, embora sua prática de ministro torne mais correto o uso de “leniência”. Tais conceitos, ao menos nos dicionários disponíveis, não são sinônimos.

Numa amostra de sua alienação da realidade, o jurisconsulto de Marília não hesitou em dar a definição mais estapafúrdia da atual conjuntura. “Não estamos em crise, estamos em transformação”, disse. E nem corou. Ao esbofetear a cara limpa de 24 milhões de brasileiros sem ocupação decente para lhes garantir a sobrevivência, ele não hesitou em também interferir no universo dos antônimos, ao adotar “permanência” como se mudança pudesse ser.

Ao fazer Dilma apta a ser “merendeira de escola”, Lewandowski ocupou o posto de pior presidente da História do STF. Mas Toffoli tem plenas condições de superá-lo.

Criador: José Nêumanne – Jornalista, poeta e escritor – Publicado no Estadão do dia 19/09/2018

————————————————————

Dia-a-dia

Minha solidariedade ao professor Thiago dos Santos Conceição, de 31 anos, agredido no dia 18/09/2018, por “Di menó” dentro da sala aula do Ciep – Centro Integrado de Ensino Profissionalizante Municipal Mestre Marçal- localizado na cidade Rio das Ostras, no interior do Rio de Janeiro

Segundo Thiago, após a agressão, ele chegou a ir até a Secretaria de Educação do município para pedir ajuda. Ao conversar com a subsecretária de Educação, a solução apresentada foi que ele saísse da escola

Reflexo

O acima espelha as agressões derivadas dos alunos e, em muitos e muitos casos, por seus pais; ambos protegidos pelos componentes dos famigerados direitos humanos. As vitimas que se danem

—————————————————————

Finalizando

“Quem não castiga o mal, ordena que ele se faça”

Leonardo da Vinci – foi cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico

—————————————————————

Chega de Vandalismo, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-22/09/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Advertisements
Anúncios

Facebook Comments

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

×
Olá, seja bem vindo ao Blog do Paulinho ! Deixe aqui suas dúvidas, sugestões e denúncias. Todas as mensagens serão lidas
%d blogueiros gostam disto: