Tite, CBF e Edu Gaspar

Oficializada a renovação de contrato do treinador Tite com a CBF, à princípio até o mundial de 2022, mas que dificilmente resistirá a um revés na Copa América, a ser disputada na metade de 2019, há um fator que pode colocar tudo à perder, tratado no mundo do futebol pelo nome Edu Gaspar.
A permanência do dirigente, que atua no mercado, desde os tempos de Corinthians, intermediando jogadores, é absolutamente nociva ao ambiente.
Para se livrar da influência, Tite terá que dar menos importância ás sugestões de atletas oriundas dele e doutros profissionais da CBF sob o comando do dirigente.
Não dá para confiar.
Quando deu ouvidos, diante de uma ou outra dúvida, o treinador meteu os pés pelas mãos nas convocações.
